Manuel de Novaes Cabral é o novo presidente do Conselho de Administração do Museu Nacional Ferroviário. Foto: DR

Manuel de Novaes Cabral assumiu no dia 3 de fevereiro o cargo de presidente do Conselho de Administração do Museu Nacional Ferroviário, sediado no Entroncamento, anunciou o Ministério das Infraestruturas e Habitação. Manuel Cabral substitui no cargo Carlos Nogueira, ex-presidente da CP, que ocupava o lugar desde fevereiro de 2018, depois de Jaime Ramos, ex-presidente da Câmara do Entroncamento.

O Museu Nacional Ferroviário conta a história do caminho-de-ferro em Portugal e está localizado no complexo ferroviário do Entroncamento numa área de 4,5 hectares que comporta 19 linhas ferroviárias.

Designado por despacho conjunto dos ministros das Infraestruturas e da Cultura, de acordo com os estatutos da Fundação Museu Nacional Ferroviário Armando Ginestal Machado, Manuel de Novaes Cabral passa a presidir a um museu, inaugurado em 2015, que “conta a história do caminho de ferro em Portugal enquadrada na história da Europa e do Mundo”, através de 36.000 objetos, “de grandes e pequenas dimensões, desde os primórdios da locomotiva a vapor ao transporte ferroviário do futuro”.

Licenciado em Direito e pós-graduado em Estudos Europeus, Novaes Cabral foi presidente do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, entre 2011 e 2018, e, durante esse período, presidiu o conselho consultivo de fundadores da Fundação do Museu do Douro, foi vice-presidente da European Federation of Origin Wines (EFOW) e membro de órgãos sociais de diversas associações do setor e ligadas ao turismo, afirma uma nota biográfica.

Elementos da equipa dirigente da Fundação. Foto: DR

O Museu Nacional Ferroviário, instalado no Complexo Ferroviário do Entroncamento, numa área de 4,5 hectares que comporta 19 linhas ferroviárias, é financiado pelas empresas fundadoras (CP-Comboios de Portugal e REFER-Rede Ferroviária Nacional, atual Infraestruturas de Portugal), enfrentando dificuldades que têm motivado iniciativas parlamentares no sentido da alteração do modelo de financiamento da instituição.

c/LUSA

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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1 Comment

  1. Como que está ave rara… Sempre ligada a rganismos do setor do vinho…. Vai parar ao museu ferroviário do Entroncamento… Realmente… Só um fenómeno….

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