Entroncamento assinala 51 anos do 25 de abril de 1974 com sessão solene, música, desporto e exposições. Foto arquivo: CME

O Entroncamento assinalou os 50 anos do 25 de abril de 1974 com uma sessão solene, com os eleitos a discursarem sobre os 50 anos de liberdade e democracia, e com uma representante da Assembleia Municipal Jovem a discursar pela primeira vez. À poesia juntou-se a música, com Pedro Dyonysyo a apresentar o tema “A História que um dia vais contar”, uma composição original da sua autoria.

O Largo José Duarte Coelho, em frente aos Paços do Concelho foi o palco da sessão solene que assinalou os 50 anos do 25 de Abril de 1974, com a receção aos convidados pelo presidente da Assembleia Municipal, Luís Filipe Antunes e pelo presidente da Câmara, Jorge Faria. Seguiu-se o hastear das bandeiras pelos Bombeiros Voluntários ao som do Hino Nacional pelo Orfeão do Entroncamento, que interpretou também temas evocativos desta data.

A sessão solene decorreu com as intervenções dos representantes da Assembleia Municipal, nomeadamente Carlos Monteiro (Independente), Bruno Melo (CDU), Pedro Gonçalves (CDS), Maria do Céu Carvalho (BE), Carla Sarroeira (CHEGA), Susana Vieira Cruz (PSD), Pedro Gomes (PS), do presidente da Câmara Municipal, Jorge Faria, e do presidente da Assembleia Municipal, Luís Filipe Antunes.

Este ano, a sessão solene contou pela primeira vez com a presença e a intervenção da representante da Assembleia Municipal Jovem, Sofia Almeida.

A sessão solene contou também com apontamentos culturais, com a declamação dos poemas vencedores do concurso de poesia “O 25 de Abril de 74”, dinamizado pelo Município em parceria com o Agrupamento de Escolas Cidade do Entroncamento, e por um momento musical por Pedro Dyonysyo com o tema “A História que um dia vais contar”, uma composição original da sua autoria sobre o 25 de abril.

Ainda esta quinta-feira foi inaugurada na Galeria Municipal a exposição “Cartazes de Abril: celebrar todos os anos”, mostra que estará patente até dia 16 de maio, e, a terminar as celebrações, o Cineteatro S. João acolheu, ao final da tarde,  o espetáculo “Canção – Revolução”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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