Elsa Lopes eleita coordenadora do STAL para o quadriénio 2024-2027. Foto: STAL

A Direção Regional do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) de Santarém já tomou posse para o mandato 2024-2027, numa cerimónia que decorreu em Constância, e que contou com a presença de cerca de uma centena de ativistas, delegados e dirigentes sindicais, além de diversos convidados, entre os quais o presidente do município de Constância.

Os elementos da Lista A, a única que se apresentou a sufrágio no ato eleitoral de 6 de dezembro – com o lema “Avançar com a Luta. Aumentar Salários. Dignificar Carreiras. Defender Serviços Públicos.  Reforçar o STAL!” – assumem, para este novo mandato (2024-2027), o compromisso de “prosseguir a luta pelo reforço dos direitos dos trabalhadores”.

A Direção Regional de Santarém do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) reelegeu Elsa Cristina Lopes, residente em Abrantes e funcionária na Câmara de Constância, para coordenadora regional da estrutura sindical para um novo mandato de quatro anos, tendo a nova equipa tomado posse na Quinta de Bárbara, Constância, onde apresentou objetivos e renovou o compromisso de lutar pelos direitos dos trabalhadores da administração local.

Segundo indicou Elsa Lopes, coordenadora do STAL de Santarém, essa luta incide “na melhoria das condições de vida e de trabalho”, em “manter a unidade dos trabalhadores na luta pelos salários, pelos direitos, pelas carreiras, pelos horários e tempo de trabalho, pelo emprego, pela defesa dos Serviços Públicos, pela valorização do Poder Local Democrático e pela transformação da sociedade no caminho do progresso, da igualdade e da justiça social”.

Assumindo que as eleições para os Órgãos Regionais de Santarém – Mesa da Assembleia Regional e Direção Regional – ocorreram numa conjuntura política e sindical bastante complexa, a DR que agora inicia atividade reafirma que “é necessário, com urgência, resolver problemas estruturais da vida dos trabalhadores, lutar por melhores salários, pela reposição das carreiras profissionais, pela revogação do SIADAP e por melhores condições de vida e de trabalho”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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