Ar e Espaços Exteriores são os temas do ano letivo 2020-21 do programa Eco-Escolas. Foto: ABAE

Os temas do ano letivo 2020-21 que cada escola candidata ao Galardão Eco-Escolas deve trabalhar são os espaços exteriores e ar. Cada escola deve no seu plano de ação abordar os temas base Eco-Escolas (Água, Resíduos, Energia) e pelo menos um dos temas do ano.

Para além dos temas base e tema do ano, cada escola pode ainda trabalhar outros temas Eco-Escolas, como sejam a Alimentação Saudável e Sustentável, Geodiversidade, Espaços Exteriores, Biodiversidade, Ruído, Transportes e Mobilidade Sustentável, Mar, Agricultura Biológica e Alterações Climáticas, ou, em alternativa, temas que embora não sejam ainda declaradamente Eco-Escolas, contribuam para a sustentabilidade, como por exemplo Vida Saudável.

No ano letivo 2020-21, as escolas serão mais uma vez desafiadas a participar em diversos projetos que procuram (in)formar, aprofundar e premiar o trabalho no âmbito de temáticas específicas.

O programa internacional Eco-Escolas, da Foundation for Environmental Education e desenvolvido em Portugal pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE) já anunciou quais as escolas do país distinguidas pelas atividades desenvolvidas em prol do ambiente e do desenvolvimento sustentável no ano letivo transacto. No distrito de Santarém, em 81 escolas inscritas, 68 conquistaram o galardão de ambiental em listagem nacional que pode consultar aqui.

O programa Eco-Escolas pretende “encorajar ações e reconhecer o trabalho de qualidade desenvolvido pela escola, no âmbito da Educação Ambiental para a Sustentabilidade”.

Para receber a bandeira verde, as escolas têm de ter seguido vários passos, nomeadamente, dispor de um plano de ação que seja concretizado pelo menos em dois terços, que promova o envolvimento com a comunidade e através da realização de atividades no âmbito de temas base como a água, os resíduos e a energia, além de um tema que é definido anualmente.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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