Duas escolas secundárias de Tomar passam a separar resíduos alimentares para valorização. Foto: Tejo Ambiente

As escolas secundárias Jácome Ratton e Santa Maria do Olival, em Tomar, passaram a integrar o sistema de recolha de biorresíduos da Tejo Ambiente, através da instalação de contentores próprios para a separação dos resíduos alimentares produzidos nos refeitórios e bares escolares.

A iniciativa, desenvolvida em articulação com a Câmara Municipal de Tomar, integra o projeto “À Mão de Semear” e pretende promover hábitos de separação e valorização dos resíduos orgânicos junto da comunidade educativa.

A entrega dos equipamentos decorreu em 15 de outubro, tendo cada estabelecimento de ensino recebido gratuitamente dois contentores de 45 litros e dois de 120 litros, destinados à deposição de restos alimentares.

Segundo a Tejo Ambiente, a recolha porta-a-porta está prevista duas vezes por semana, às segundas e quintas-feiras, com início anunciado para a semana de 19 de outubro.

Durante a entrega dos contentores, representantes e funcionários das duas escolas receberam informações sobre o funcionamento do sistema e os materiais que podem ser depositados, incluindo restos de alimentos crus ou cozinhados.

Duas escolas secundárias de Tomar passam a separar resíduos alimentares para valorização. Foto: Tejo Ambiente

A iniciativa contou com a presença da vice-presidente da Câmara de Tomar, Célia Bonet, do vereador Samuel Fontes e de representantes dos dois estabelecimentos de ensino.

Cofinanciado pelo Fundo Ambiental, o projeto “À Mão de Semear” promove a separação e valorização dos biorresíduos nos seis municípios abrangidos pela atividade da Tejo Ambiente, através de sistemas de recolha porta-a-porta nas zonas urbanas e de compostagem doméstica nas áreas periurbanas e rurais.

O objetivo passa por reduzir a quantidade de resíduos enviados para aterro e promover o aproveitamento da matéria orgânica.

A adesão ao projeto é gratuita e pode ser efetuada através do portal da Tejo Ambiente

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

Leave a Reply