Doze distritos vão estar sob aviso laranja no dia de Natal por causa da chuva. Foto: DR

Doze distritos vão estar sob aviso laranja – o segundo mais grave – até domingo por causa da chuva, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). De acordo com o IPMA, o aviso laranja é dirigido aos distritos de Braga, Viseu, Porto, Guarda, Setúbal, Santarém, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Castelo Branco, Aveiro e Coimbra, onde estão previstos períodos de chuva por vezes forte e persistente, acompanhada de trovoada.

No caso do distrito de Braga e Viana do Castelo o aviso laranja estará ativo entre as 18:00 de hoje e as 03:00 do dia de Natal, sendo que no distrito do Porto estará ativo das 21:00 de hoje até as 06:00 do dia de Natal.

De acordo com o IPMA, no domingo, os distritos de Viseu, Setúbal, Santarém e Lisboa estão sob aviso laranja, entre as 03:00 e as 09:00.

Entre as 06:00 e as 12:00, de domingo, estarão sob aviso laranja os distritos de Castelo Branco e Guarda e das 00:00 às 06:00 os distritos de Aveiro, Coimbra e Leiria.

Os distritos que sinalizados com o aviso laranja passam depois a amarelo (o terceiro da escala).

No caso do Porto, Viana do castelo, Aveiro, Coimbra e Braga o IPMA emitiu também aviso amarelo por agitação marítima, das 00:00 às 06:00 de domingo, com “ondas de sudoeste com quatro metros”.

Segundo o IPMA, estarão ainda sob aviso amarelo, devido a períodos de chuva por vezes forte e persistente, das 00:00 às 12:00 do dia de Natal os distritos de Bragança e Vila Real e das 09:00 às 18:00 os distritos de Portalegre e Évora.

A Proteção Civil alertou para possíveis inundações e deslizamentos de terras face às previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) de chuva, vento forte e agitação marítima.

Segundo uma nota da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), o agravamento das condições meteorológicas pode ainda dar origem a cheias (devido ao transbordo de rios e ribeiras), arrastamento para as estradas de objetos e estruturas móveis por causa do vento e a formação de lençóis de água que condicionem a circulação rodoviária.

“A ANEPC recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações”, pode ler-se no aviso.

Nesse sentido, a Proteção Civil apela à desobstrução dos sistemas de escoamento das águas e à fixação de estruturas suspensas ou amovíveis, além de uma maior precaução na circulação junto a áreas arborizadas e zonas ribeirinhas.

É também recomendada a adoção de uma condução mais defensiva e que não se pratiquem atividades ligadas ao mar, nomeadamente pesca, desportos náuticos ou passeios à beira-mar.

Agência Lusa

Agência de Notícias de Portugal

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