Na passada sexta-feira, o Parlamento aprovou o diploma que torna obrigatório o uso de máscaras ao ar livre, durante 70 dias, e sempre que o distanciamento físico recomendado pelas autoridades de saúde se mostre impraticável. Entrará em vigor logo que seja publicado em Diário da República.
Vamos lá ver se esta obrigatoriedade é acompanhada pelo bom senso e dever de cidadania da população em geral e que, logo a seguir ao seu uso, as pessoas as possam (devam) depositar no lixo normal. É que corremos o risco do “vírus da desresponsabilidade” se tornar numa outra ameaça: a falta de valores de cidadania.
Porque é que teimamos fazer bem apenas metade das coisas, quando as podemos fazer ainda melhor, cumprindo tudo até ao seu fim? Se conseguimos comprar as máscaras e usá-las convenientemente, porque não conseguimos depositá-las nos sítios certos após a sua utilização?
Na fotografia, algumas das máscaras encontradas na via pública, a grande maioria no trajeto que tenho feito a pé entre o centro da Vila de Sardoal e o Parque de Merendas do Ribeiro Barato (aproximadamente 1 Km), nas últimas semanas.
