Rio Tejo, em Tramagal. Fevereiro de 2018 Foto: Paulo Jorge de Sousa

Ao ver o filme “The Post” relembramos a eterna relação entre o jornalismo, a política e o poder. É natural que o nosso pensamento resvale para a atualidade e de como agora estas forças se relacionam.

Agora é vulgar os grupos económicos serem “os donos” de órgãos de comunicação social, talvez para se precaverem de eventuais más interpretações das suas intenções. Cá para o nosso lado por exemplo, será que a poluição do rio Tejo tem aparecido em todos os jornais e televisões? Ouvi dizer até que havia jornalistas proibidos de contatar Arlindo Marques.

Pois, enquanto isso lá vamos vivendo atentos a tudo, já que nem os sindicatos nem as entidades reguladoras se importam. Nem nós. Já é tudo tão normal que já é banal. Já ninguém liga.

Nasceu no Sardoal em 1964, e é licenciado em Fotografia. Fez o Curso de Fotojornalismo com Luíz Carvalho do jornal “Expresso” (Observatório de Imprensa). É formador de fotografia com Certificado de Aptidão Profissional (registado no IEFP). Faz fotografia de cena desde 1987, através do GETAS - Centro Cultural, do qual também foi dirigente e fotografou praticamente todos os espetáculos. Trabalha na Câmara Municipal de Sardoal desde 1986 e é, atualmente, Técnico Superior, editor fotográfico e fotógrafo do boletim de informação e cultura da autarquia “O Sardoal” e de toda a parte fotográfica do Município. É o fotógrafo oficial do Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal. Em 2009, foi distinguido pela rádio Antena Livre de Abrantes com o galardão “Cultura”, pelo seu percurso fotográfico. Conta com mais de meia centena de distinções nacionais e internacionais. Já participou em dezenas de exposições individuais e coletivas.

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