ACES Médio Tejo regista mais de mil infeções em dia de novo máximo nacional. Foto: DR

 Portugal registou 56.426 novas infeções com o coronavírus SARS-CoV-2 nas últimas 24 horas, um novo máximo desde o início da pandemia, e mais 34 mortes associadas à covid-19. O ACES Médio Tejo teve pela primeira vez um numero acima da mil infeções num único dia (1.077), com Ourém a somar 248 novos casos em 24 horas, seguido por Torres Novas (204), Tomar (163), Abrantes (141), Entroncamento (110), Ferreira do Zêzere (67), Alcanena (60), Vila Nova da Barquinha (39), Constância (21), Mação (15), e Sardoal (9).

Pelo terceiro dia consecutivo, Portugal bate assim um novo máximo de novos contágios diários, com mais 3.887 novas infeções do que na quarta-feira.

Nas últimas 24 horas foram hospitalizadas mais 45 pessoas com covid-19, totalizando agora 2.004 internamentos, 152 dos quais em unidades de cuidados intensivos, onde está hoje menos uma pessoa.

No boletim epidemiológico de hoje registam-se 28.301 pessoas recuperadas (num total de 1.655.580 desde o início da pandemia) e mais 280.091 casos ativos, que totalizam 384.568.

Nas últimas 24 horas foram colocados em vigilância mais 31.737 contactos, que são agora 391.630.

Desde março de 2020 foram infetadas 2.059.595 pessoas com o SARS-CoV-2 e foram declaradas 19.447 mortes associadas à covid-19.

Das mortes com covid-19 nas últimas 24 horas, 16 aconteceram na zona de Lisboa e Vale do Tejo, 10 na região Norte, seis na região Centro e duas na Região Autónoma da Madeira.

A maior parte dos novos contágios foi diagnosticada na zona Norte, com 24.422 infeções (com um total de 764.713 casos e 5.903 mortes com covid-19 desde o início da pandemia).

Na região de Lisboa há mais 17.341 infeções, totalizando 798.969 contágios e 5.903 mortes com covid-19 desde março de 2020, enquanto a região Centro regista mais 8.253 novos casos (276.086 no total e 3.425 mortes).

No Algarve foram infetadas nas últimas 24 horas mais 2.003 pessoas (total de 79.265 contágios e 609 mortes com covid-19) e no Alentejo mais 1.912 (total de 68.238 casos e 1.104 mortes).

Uma das pessoas com covid-19 que morreu tinha entre 30 e 39 anos, outra tinha entre 40 e 49, uma entre 50 e 59 anos, três tinham entre 60 e 69 anos, quatro entre 70 e 79 anos e 24 tinham mais de 80 anos.

Quanto às novas infeções por faixa etária, 9.284 registaram-se em crianças até 9 anos, 8.636 entre 10 e 19 anos, 7.540 entre 20 e 29 anos, 9.527 entre 30 e 39, 10.243 entre 40 e 49 anos, 5.719 entre os 50 e 59 anos, 2.632 entre 60 e 69, 1.620 entre 70 e 79 anos e 1.025 em pessoas com 80 anos ou mais.

O SARS-CoV-2 já infetou pelo menos 1.090.781 mulheres e 966.685 homens em Portugal. Há ainda 2.129 casos de sexo desconhecido que estão sob investigação, uma vez que estes dados não são fornecidos de forma automática.

Das pessoas com covid-19 que morreram, 10.230 eram homens e 9.217, mulheres.

A covid-19 provocou 5.553.124 mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

Uma nova variante, a Ómicron, classificada como preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral e, desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta em novembro, tornou-se dominante em vários países, incluindo em Portugal.

c/LUSA

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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