ACES Médio Tejo com 1.321 infeções em dia de novo máximo diário na região e no país. Foto: DR

Portugal registou 65.578 novas infeções com o coronavírus SARS-CoV-2 nas últimas 24 horas, um novo máximo desde o início da pandemia, e mais 42 mortes associadas à covid-19. Segundo o boletim epidemiológico diário, hoje estão internadas 2.313 pessoas, menos sete do que na terça-feira, 154 das quais em unidades de cuidados intensivos, onde estão hoje menos quatro pessoas.

Com um total acumulado de 40.084 casos confirmados desde o início da pandemia, nos 11 concelhos do ACES Médio Tejo foram registados 1.321 novos contágios nas últimas 24 horas, um novo máximo diário, dos quais 371 em Ourém, o município mais afetado, seguido por Tomar (271), Torres Novas (212), Abrantes (164), Entroncamento (116), Vila Nova da Barquinha (49), Alcanena (46), Ferreira do Zêzere (32), Constância (24),  Mação (20), e Sardoal (16).

Em Portugal, o número de casos ativos aumentou para 515.962, mais 3.391 do que na terça-feira, e nas últimas 24 horas foram dadas como recuperadas 62.145 pessoas, para um total de 1.842.153. Nas últimas 24 horas foram colocados em vigilância mais 26.343 contactos, que totalizam agora 546.357.

Desde março de 2020 foram infetadas em Portugal 2.377.818 pessoas com o SARS-CoV-2 e foram declaradas 19.703 mortes associadas à covid-19.

Das mortes com covid-19 nas últimas 24 horas, 15 aconteceram na zona de Lisboa e Vale do Tejo, 16 na região Norte, nove na região Centro e duas no Alentejo. Por idades, duas das pessoas que morreram tinham entre 50 e 59 anos, seis entre 60 e 69 anos, 10 entre 70 e 79 anos e 24 tinham 80 anos ou mais.

A maior parte dos novos contágios foi diagnosticada na zona Norte, com 28.314 infeções (com um total de 905.185 casos e 5.989 mortes com covid-19 desde o início da pandemia).

Na região de Lisboa há mais 18.696 infeções, totalizando 892.220 contágios e 8.306 mortes associadas à covid-19 desde março de 2020, enquanto a região Centro regista 11.204 novos casos (325.225 no total e 3.465 mortes).

No Algarve foram infetadas nas últimas 24 horas mais 2.828 pessoas (total de 90.642 contágios e 620 mortes com covid-19) e no Alentejo mais 2.094 (total de 78.305 casos e 1.113 mortes).

Na região autónoma dos Açores foram diagnosticadas 1.285 infeções nas últimas 24 horas, para um total de 26.561 casos desde o início da pandemia e 56 mortes atribuídas à covid-19, enquanto na Madeira se registaram 1.157 novos contágios, num total de 59.680 e 154 mortes com covid-19.

Por idades, 11.055 dos contágios das últimas 24 horas verificaram-se em crianças até nove anos de idade, 11.123 na faixa etária dos 10 aos 19 anos, 7.860 entre 20 e 29 anos, 11.295 entre 30 e 39 anos, 12.418 entre 40 e 49 anos, 5.590 entre 50 e 59 anos, 3.145 entre 60 e 69 anos, 1.788 entre 70 e 79 anos e 1.304 em pessoas com 80 anos ou mais.

O SARS-CoV-2 já infetou pelo menos 1.114.597 homens e 1.260.899 mulheres em Portugal. Há ainda 2.322 casos de sexo desconhecido que estão sob investigação, uma vez que estes dados não são fornecidos de forma automática.

Das pessoas com covid-19 que morreram, 10.359 eram homens e 9.2344, mulheres.

A covid-19 provocou 5.614.118 mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

A nova variante Ómicron, classificada como preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral e, desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta em novembro, tornou-se dominante em vários países, incluindo em Portugal.

c/LUSA

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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