Ventos fortes derrubaram árvores, postes de eletricidade e coberturas de arrecadações e garagens em Santa Margarida, Constância. Foto: CM

Um fenómeno de concentração de ventos muito fortes nos lugares de Enxertal e Cardal, em Santa Margarida, Constância, derrubou esta tarde árvores, postes de eletricidade e coberturas de arrecadações e garagens, não tendo, no entanto, causado danos de maior, para além dos materiais, disse o presidente da Câmara Municipal, Sérgio Oliveira.

A autarquia deu também conta na sua página oficial da ocorrência climática.  “Ao início da tarde de hoje verificou-se um fenómeno natural que causou a queda de árvores e o levantamento de algumas coberturas de garagens/arrecadações. Este fenómeno teve especial impacto no Enxertal/Cardal (Portela – Santa Margarida da Coutada)”, pode ler-se. 

“Foi um fenómeno natural, muito concentrado no Cardal/Enxertal, com vento mais forte do que o habitual, e que arrancou algumas coberturas de garagens e arrecadações e derrubou algumas árvores, assim como um poste de eletricidade, tendo as vias ficado desobstruídas às 18:30, sem registo de feridos, apenas danos materiais”, disse o autarca.

ÁUDIO | SÉRGIO OLIVEIRA, PRESIDENTE CM CONSTÂNCIA:

O Serviço Municipal de Proteção Civil, em conjunto com os Bombeiros Voluntários de Constância, tomaram conta da ocorrência, resolvendo a obstrução das vias municipais, entre outros problemas que afetaram as populações, nomeadamente ao nível das coberturas das arrecadações e garagens, tendo diversas equipas assegurado a reposição de eletricidade e telecomunicações, que chegaram a estar cortadas.

O autarca relacionou as causas do fenómeno com as alterações climáticas, comparando a ocorrência de hoje com outras situações similares que têm sido registadas nos últimos anos no Vale do Tejo, com ventos muito fortes ou mini tornados.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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