Constância revive a tradição com um desfile de marchas populares. Foto arquivo: Ricardo Escada/mediotejo.net

As tradições dos Santos Populares voltam a ganhar vida nas ruas de Constância este sábado, 20 de junho, com a realização de mais uma edição de “Lá Vai a Marcha!”, iniciativa que reunirá mais de 250 marchantes numa celebração marcada pela música, pelos trajes coloridos e pelo espírito comunitário.

O evento tem início marcado para as 21h00, com um desfile que partirá do Largo Cabral Moncada e percorrerá as ruas da vila até ao largo junto aos Pezinhos no Rio, onde decorrerão as apresentações das marchas participantes.

A iniciativa contará com grupos provenientes de diferentes localidades da região, incluindo a Marcha Jovem do Clube Estrela Verde, de Constância, a Marcha da Universidade da Terceira Idade de Tramagal, a Marcha da Escola dos Sorrisos – Centro de Apoio a Idosos de Rio de Moinhos, bem como as marchas das freguesias de Montalvo e de Santa Margarida da Coutada. Participam ainda a Marcha do Chão da Feira, em Constância, e a Marcha da Zambujeira e Serra, da Lourinhã.

A componente musical será assegurada pela Associação Filarmónica Montalvense 24 de Janeiro e pela Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Riomoinhense, que acompanharão os grupos ao longo do desfile e das atuações.

Constância revive a tradição com um desfile de marchas populares. Foto arquivo: Ricardo Escada/mediotejo.net

Promovido pela Câmara Municipal de Constância em parceria com as juntas de freguesia do concelho e diversas entidades locais, o evento pretende não só assinalar a época dos Santos Populares, mas também dinamizar o centro histórico da vila e incentivar a participação da comunidade em atividades culturais e recreativas.

Em nota divulgada, a organização destaca ainda o caráter colaborativo da iniciativa, que junta participantes das três freguesias do concelho e de localidades vizinhas, reforçando os laços entre associações, instituições e população numa das celebrações mais emblemáticas do calendário popular português.

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A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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