Projeto de Solidariedade estende-se à freguesia de Montalvo. Foto: CMC

Depois do ter tido início na passada semana em Santa Margarida da Coutada, o projeto solidário ‘Sorrisos entre Letras’ estendeu-se à freguesia de Montalvo, tendo o primeiro encontro com os cidadãos solidários decorrido na quarta-feira, dia 16 de janeiro, na Escola Adães Bermudes, em Montalvo.

«Entre linhas e letras, venha criar uma peça em croché, destinada a crianças hospitalizadas em serviços oncológicos, enquanto alinhava uma boa conversa…» é o mote para o desafio lançado pelo projeto de solidariedade ‘Sorrisos entre Letras’, que está a funcionar às quartas-feiras, a partir das 14:00, no Posto de Leitura da Junta de Freguesia de Santa Margarida da Coutada e às quintas-feiras (a partir de 24 de janeiro) das 14h30 às 17h30, na Escola Adães Bermudes, em Montalvo.

Promovido pela Câmara Municipal através da Biblioteca Municipal Alexandre O’Neill e pelas Juntas de Freguesia de Santa Margarida da Coutada e de Montalvo, este projeto pretende criar uma atividade regular com voluntários residentes ou não nas freguesias, para confecionarem brinquedos, bonecos, cachecóis, gorros, entre outros, em croché ou lã, peças que se destinam a oferecer a crianças que estejam internados em serviços oncológicos.

Projeto solidário decorre em Constância, nas freguesias de Santa Margarida da Coutada e em Montalvo. Foto: CMC

Posteriormente pretende-se criar um Clube de Solidariedade que possa alargar a sua intervenção junto de crianças e jovens institucionalizados com carências diversas.

A Biblioteca Municipal Alexandre O’Neill disponibilizará alguns livros e imagens de bonecos/objetos feitos em croché e dará o apoio necessário à realização do projeto.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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