A nova equipa de ciclismo da coletividade da Pereira (Foto: mediotejo.net)

Ciclismo jovem é a modalidade mais recente na Associação Quatro Cantos do Cisne, com sede na Pereira, Constância. Para já a equipa arrancou com seis jovens orientados pelo treinador Paulo Alexandre mas o objetivo é captar novos elementos mesmo menos jovens.

A distribuição de t-shirts com a marca da equipa, SWheels (Sde Swam, cisne, em inglês), no dia 20, na antiga escola primária da Portela, serviu para apresentar a equipa e marcar o arranque da modalidade.

Nuno Alfaiate, Presidente da coletividade, realça o facto de a criação de uma equipa de ciclismo ter surgido a pedido dos próprios jovens. “Isto é ainda mais importante numa altura em que se luta para que os jovens se aproximem do associativismo. Foi uma grande honra”, refere o dirigente. Mais interessante ainda é que os jovens ciclistas já tinham um treinador convidado.

O objetivo é envolver também os pais na modalidade, seja a praticarem, seja a darem apoio a nível mecânico, por exemplo.

Nuno Alfaiate considera importante esta nova modalidade “do ponto de vista da educação não formal e da construção de um cidadão responsável”. Isto porque “numa altura em que se discute o perfil do aluno era também importante que se discutisse o perfil do cidadão”.

Nessa perspetiva, os dirigentes da coletividade pretendem incentivar os praticantes a terem atitudes cívicas de preocupação ambiental e social.

Depois de uma carreira como atleta “a sério”, Paulo Alexandre dedica-se agora a treinar esta equipa de jovens dos 12 aos 15 anos. Para já são meia dúzia mas o apelo fica feito para que mais ciclistas se juntem à equipa. Nesta altura do ano, o grupo treina duas vezes por semana: à quarta-feira no ginásio, com exercícios de mobilidade, e aos sábados com passeios de bicicleta.

O Presidente da Câmara de Constância esteve presente nesta apresentação da equipa e ajudou a distribuir as t-shirts aos jovens ciclistas.

Sérgio Oliveira realçou a importância que assume o desporto a nível da saúde e manifestou a sua disponibilidade para apoiar a atividade, num papel de complementaridade e de apoio de retaguarda que compete à Autarquia.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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