Assembleia Municipal de Constância (Foto: DR)

Os documentos previsionais para o ano de 2018 (orçamento e grandes opções do plano) da Câmara de Constância foram aprovados na sessão da Assembleia Municipal realizada no dia 29.

Tal como aconteceu na votação da Câmara, o PS (12) votou a favor e a CDU (5) votou contra. Houve ainda a abstenção da deputada municipal do Movimento de Independentes.

Com recurso a uma apresentação em powerpoint, o Presidente da Câmara, Sérgio Oliveira, apresentou as principais linhas do plano e orçamento para 2018, cujo o valor ronda os 7 milhões e 800 mil euros, um dos maiores orçamentos dos últimos anos.

Na declaração de voto apresentada pela bancada socialista, considera-se que “os investimentos propostos dão resposta às necessidades da população do concelho de Constância, nomeadamente, a ampliação da ETAR de Montalvo, as obras de saneamento básico na Pereira, a reparação e conservação de alguns equipamentos e instalações já existentes, como por exemplo do Pavilhão Municipal e do Parque de Lazer da Capareira e a reativação da Extensão de Saúde de Montalvo”.

Para o PS, “votar contra as Grandes Opções do Plano para 2018 é estar contra os investimentos propostos, que são essenciais para a melhoria da qualidade de vida dos munícipes de Constância”.

Posição diferente tem a CDU para quem os documentos apresentados contêm “omissões, falta de rigor, indefinições, ambiguidades e demais habilidades que o tempo se encarregará de esclarecer”.

Na declaração de voto, a bancada comunista manifesta-se contra as opções e prioridades definidas no plano e orçamento, considerando “no mínimo estranha a exiguidade e falta de ambição apresentada”.

“Esperávamos ver refletidas de forma clara e transparente estratégias que ancorassem linhas de desenvolvimento em áreas essenciais ao bem estar e progresso, como o estímulo à fixação de pessoas, à criação de emprego, bem como à conservação e ordenamento florestal”, disse Rui Ferreira, o deputado municipal da CDU que leu a declaração de voto.

No documento, a CDU questiona “a ausência de medidas que respondam com coerência a um desenvolvimento sustentado e harmonioso do município”.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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