“A pé para a escola” é um programa de fomento das atividades pedestres no seio da população escolar, desenvolvido pela Câmara Municipal de Constância em parceria com o Agrupamento de Escolas de Constância, a JICA e a Tupperware, através do Banco Local de Voluntariado.

Pretende fomentar, junto dos alunos do 1.º ciclo do ensino básico, maior autonomia relativamente às suas famílias para se deslocarem no percurso casa-escola, dotando-os e sensibilizando-os com as noções da importância de atividade física diária ou regular, orientação em espaço público, segurança rodoviária, cidadania, utilização e respeito do espaço público, sustentabilidade e saúde.

A iniciativa tem como objetivos fomentar e disseminar as deslocações a pé, colocando este meio de deslocação no centro da vida quotidiana dos munícipes, cimentar hábitos de prática desportiva regular e informal junto da população em idade escolar, criar “corredores seguros” para as deslocações e desenvolver sinergias com agentes e entidades locais com vista à delineação de estratégias adequadas que apelem ao envolvimento da comunidade (associações de pais, Agrupamento de Escolas, coletividades, vizinhos ou grupos de amigos).

“A pé para a escola” funcionou como programa-piloto no ano letivo 2015/2016 na freguesia de Montalvo, em regime de uma vez por semana, onde a Câmara Municipal de Constância colocou um técnico de desporto a enquadrar, monitorizar e acompanhar o percurso dos alunos participantes.

Com o sucesso do programa-piloto em Montalvo a autarquia decidiu apostar nesta iniciativa também em Constância, tendo sido o dia 14 de outubro o primeiro dia.

O “A pé para a escola” decorre em Montalvo, às quartas-feiras, e em Constância às sextas-feiras, e ao longo de todo o ano escolar, com paragens coincidentes com as interrupções escolares.

Para informações, inscrições ou outros esclarecimentos, contacte o Pavilhão Municipal através do telefone 249 730 059 ou por e-mail: [email protected].

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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