Grande parte da última sessão extraordinária da Assembleia Municipal de Constância, no dia 17, foi ocupada com eleições de representantes do órgão em várias entidades.
Com o PS em maioria folgada, facilmente controlou as votações, não deixando, no entanto, de procurar consensos.
Como representantes das Juntas de Freguesia do Concelho de Constância na Associação Nacional de Municípios Portugueses foram eleitos José Manuel Rita, Presidente da Junta de Freguesia de Constância, como efetivo e, para suplente, José Manuel Ricardo (Stª Margarida da Coutada). Para esta eleição registaram-se 12 votos a favor (PS) e seis em branco (CDU e MIC), resultado que se repetiu em várias outras votações.
Para integrar o Conselho da Comunidade da ACES do Médio Tejo foi eleito Natércio Candeias (PS).
Isabel Costa (PS) e Rui Ferreira (CDU) como efetivos e Pedro Pereira (PS) e Rosário Martins (CDU) como suplentes foram eleitos como representantes da Assembleia Municipal de Constância na Assembleia Intermunicipal da CIMT – Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo.
Por unanimidade, foram eleitos Carlos Lopes (MIC), António Mendes (CDU) e Joaquim Dias (PS) como “cidadãos de reconhecida idoneidade” para integrarem o Conselho Municipal de Segurança.
Como representante das Juntas de Freguesia para integrar o Conselho Municipal de Educação foi eleita Ana Manique (Montalvo) como efetiva e José Manuel Rita (Constância) como suplente.
Para integrar a Comissão Municipal de Defesa da Floresta foram eleitos como representantes das Juntas de Freguesia do Concelho José Manuel Ricardo (Santa Margarida) como efetivo e Ana Manique (Montalvo) como suplente.
Cada uma das forças partidárias representadas na Assembleia Municipal propôs um nome para integrar a Comissão Municipal de Toponímia: Filipa Ferreira (PS), Rogério Palácio (CDU) e Carmen Silva (MIC), o que foi aceite por unanimidade.
Quanto à eleição dos representantes na Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Constância, foi adiada uma vez que a vogal Maria do Rosário Martins (CDU) questionou se os representantes na CPCJ já terminaram o mandato, que é de seis anos. Uma vez que havia dúvidas sobre este processo, o assunto foi retirado da ordem de trabalhos.
