Foto: CIMT

Este T5 – Concertos na Vizinhança, pretende desafiar os artistas locais a atuar nos concelhos vizinhos, sendo que este concerto integrará uma digressão por cinco concelhos, com cinco concertos por cinco artistas, entre maio e setembro.

Ao terceiro sábado de cada mês poderá contar-se com concerto com artistas convidados, caso de Miguel Calhaz com o Grupo de Cavaquinhos do Clube da Sertã, Marco Figueiredo, SENZA, Bernardo Alves e Paloma del Pilar.

Os restantes concertos estão marcados para as seguintes datas:

– 18 Junho em Vila de Rei, Centro Geodésico: com Marco Figueiredo e Joana Lopes

– 02 Julho na Sertã, Jardim da Carvalha: com Bernardo Alves

– 20 Agosto em Proença-a-Nova, Aldeia do Xisto da Figueira: com Senza

– 17 Setembro em Oleiros, Miradouro de Álvaro: com Paloma del Pilar

O FÔLEGO trata um programa de intervenção artística movido pelo combate às alterações climáticas em Mação, Sertã, Oleiros, Proença-a-Nova e Vila de Rei, no Centro de Portugal.

“O nome FÔLEGO surge da associação do território ao fogo – mas também ao ar, necessário à combustão e à vida – e o programa convida à imersão no património natural por via das artes, apelando à mobilização local, nacional e internacional pela mitigação da crise climática. O FÔLEGO atuará no território entre 2021 e o verão de 2023”, refere a autarquia, em nota enviada à imprensa.

Por outro lado, o projeto pretende privilegiar “o envolvimento da comunidade local em torno de um futuro saudável e consciente”, cruzando as artes como artes plásticas, dança, fotografia, música, novo-circo, novos media e teatro. O foco estará, ainda assim, “na arte participativa e comunitária, em relação próxima com as populações, promovendo a mobilidade de públicos e artistas locais, nacionais e internacionais”.

Trata-se de “um esforço coordenado entre dezenas de instituições locais, nacionais e internacionais, de caráter governamental e não-governamental”, onde o FÔLEGO irá aliar “as artes, a ciência e o ambiente, trabalhando a problemática do clima em várias frentes – não apenas numa abordagem conceptual e artística, mas também pela sensibilização e envolvimento da comunidade em ações concretas no sentido da mitigação e adaptação aos efeitos da crise climática”.

O projeto foi selecionado para financiamento no quadro EEA Grants, Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu, sendo promovido pela Academia de Produtores Culturais, em parceria com Mapa das Ideias, H2Dance e Heidi Ruustgard (Noruega), Universidade da Islândia, Associação Pinhal Maior e os cinco municípios – Mação, Oleiros, Proença-a-Nova, Sertã, Vila-de-Rei.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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