Centro Recreativo e Cultural (CRC) de Barreiras do Tejo. Foto: DR

A secção de pesca do Centro Recreativo e Cultural (CRC) de Barreiras do Tejo (Abrantes) sagrou-se no domingo campeão regional na disciplina de boia e água doce, na pista internacional do Cabeção (Mora), tendo assegurado a subida à 2ª divisão nacional – Zona Sul.

Com um total de 20 pescadores federados, 11 dos quais em competição e 9 em provas recreativas, a secção de pesca federada do CRC Barreiras do Tejo conseguiu o título de campeão regional logo no ano de estreia, facto que Fernando Alpalhão, responsável pela secção de pesca, atribui a uma equipa homogénea, com um misto de juventude e muitos pescadores experientes.

“O objetivo da criação da secção era subir de divisão, mas, e essencialmente, apostar na formação e meter estes pescadores a competir, tendo a época decorrido na perfeição”, afirmou o experiente e muito titulado pescador, tendo apontado, desde já, a novos objetivos:

“Queremos, e acho que temos qualidade e condições, para chegar à 1ª divisão nacional, a médio prazo”, indicou.   

Em ano de estreia e em dia de prova decisiva, a equipa partiu no domingo para a 3ª e última etapa com três pontos de atraso, tendo conseguido terminar com dois de avanço sobre o 2º classificado. No campeonato regional, que envolve os distritos de Santarém, Castelo Branco, Portalegre e Évora, o CRC de Barreiras do Tejo ficou em 1º lugar, com 31 pontos, seguido pelo Clube Bóia Benfica Ribatejo, que somou 33 pontos, e pela União Desportiva Sorraia, com 41.

Com este resultado na pista de pesca do Cabeção, agregado às provas disputadas em Coruche e em Montargil, a equipa de Barreira do Tejo assegurou o título de campeão e a subida à segunda divisão Nacional Sul, zona que vai envolver em competição equipas dos distritos entre Faro e Leiria e que dá acesso à 1ª divisão nacional.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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