Chamusca mantém escola básica de Ulme a funcionar e dá início a obras de requalificação da secundária. Foto arquivo: DR

Para comemorar o Dia do Associativismo Jovem, que se celebrou a 30 de abril, em todo o país, o Município da Chamusca realizou no dia anterior o workshop “O Poder do Associativismo Juvenil” no auditório da Escola Básica e Secundária da Chamusca.

Associando-se ao Movimento Transformers, o Workshop abordou temas como: o papel do associativismo na mudança das comunidades e no desenvolvimento de competências nos jovens, assim como boas práticas associativas e role models da juventude.

A iniciativa associa se ao conjunto de eventos e iniciativas “Palco Jovem – Modo: Liga-te”, levadas a cabo, em todo o país, pelo IPDJ, pela Federação Nacional das Associações Juvenis (FNAJ) e pelo Conselho Nacional de Juventude (CNJ), que reuniram a realização de cinco ações concertadas nas regiões Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve, nas quais foram envolvidos jovens, representantes governamentais, autarcas e representantes não governamentais (FNAJ e CNJ), num diálogo com jovens, adequado à especificidade de cada região.

Sob o mote “Dar voz, palco e espaço à visão, talento e empreendedorismo jovem tendo como protagonistas as organizações de Juventude”, as comemorações do Dia do Associativismo Jovem 2022 estavam integradas nas atividades do Ano Europeu da Juventude e da Campanha do Conselho da Europa “Democracia Aqui, Democracia Agora” e tiveram como intuito reconhecer o papel dos jovens na sociedade, que assumem o compromisso de mudar o mundo à sua volta, e das escolas de cidadania, voluntariado e liderança jovem que são as suas organizações.

 De acordo com o IPDJ, o Dia do Associativismo Jovem assinala-se desde 2002 e visa reforçar a importância do associativismo como escola de cidadania participativa e veículo de aprendizagem social, sublinhar o papel das pessoas jovens na promoção dos valores democráticos, reconhecer e promover a atividade do movimento associativo jovem e estimular nos jovens o gosto pela intervenção cívica e fomentar os valores e competências adquiridas na atividade associativa.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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