Anabela Freitas é a presidente da CIM Médio Tejo para o quadriénio 2021-2025, tendo Manuel Jorge Valamatos e Vasco Estrela como vice-presidentes. Foto: CIM

O Programa Operacional Regional Centro 2020 aprovou um total de cerca de 60 milhões de euros (ME) para qualificar a região em áreas consideradas prioritárias, dos quais 12.5 ME são para o Médio Tejo, informou a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC).

Numa nota enviada aos jornalistas, a CCDRC avançou que os 60 milhões de euros serão investidos em projetos de regeneração urbana, educação, capacitação, saúde, eficiência energética, património e apoio em áreas empresariais.

“As candidaturas aprovadas referem-se a 66 projetos, que representam uma comparticipação de fundos europeus de 53 milhões de euros. Foi também reforçado o financiamento em 37 candidaturas já anteriormente aprovadas, num montante de 7,1 milhões de euros”, esclareceu.

Entre as candidaturas aprovadas e com maior financiamento no Médio Tejo destacam-se o projeto de 3 milhões de euros para a área de Acolhimento Empresarial da Freixianda, no Município de Ourém, e a requalificação do Cineteatro São Pedro, em Abrantes, que viu aprovado um apoio de perto de 1.4 ME.

O Município de Tomar tem 460 mil euros de apoio para a requalificação da Rua Torres Pinheiro e Av. Combatentes da Grande Guerra, ao passo que Mação viu aprovada uma verba de 280 mil euros para Eficiência Energética nos Edifícios Públicos – Piscina Municipal, Vila Nova da Barquinha assegurou um reforço de 47 mil euros para obras na Praça da República e Rua Pedro Álvares Cabral, e Ferreira Zêzere viu aprovados apoios na ordem dos 100 mil euros para Eficiência Energética nos Edifícios Públicos – Edifício de Serviços e na Biblioteca Municipal.

Destaque ainda para duas candidaturas da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, com 3,7 milhões de euros para os planos integrados inovadores de combate ao insucesso escolar – II; e os 2,7 milhões de euros para o Médio Tejo Online 2020 e Médio Tejo – Desenvolvimento Territorial – 2.ª fase.

Para a presidente da CCDRC, Isabel Damasceno, estas verbas, colocadas à disposição dos municípios e comunidades intermunicipais (CIM), “são extremamente importantes para estimular o investimento público e contribuir para a retoma económica e social”, no contexto de pandemia que ainda se vive.

“Aprovámos mais recursos em áreas prioritárias, como a regeneração urbana com mais 20,6 milhões de euros, formação e capacitação com mais 4,6 milhões de euros, educação com mais 20 milhões de euros, saúde com mais 0,8 milhões de euros, eficiência energética com mais 2 milhões de euros e património cultural e natural com mais 5 milhões de euros”, revelou.

Os apoios concedidos destinam-se a investimentos em edifícios escolares, centros de saúde, monumentos classificados, formação nas autarquias e intervenção em espaço público.

c/LUSA

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *