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Os deputados do CDS-PP, Patrícia Fonseca e Álvaro Castello-Branco, questionaram o Ministro do Ambiente relativamente aos dados em que se baseou o Ministério do Ambiente para afirmar que a mancha amarela que nos últimos dias tem manchado as águas do rio Tejo, na zona de Ortiga, Mação, foi provocada por pólenes, e se foram feitas recolhas e análises.

Com o título “Um Tejo amarelado e sujo e a culpa sempre solteira” o Jornal de Notícias (JN) publicou no dia 20 de junho de 2018 uma notícia onde dá conta de que «a água corre escura há dias em Ortiga, Mação. Ministério do Ambiente nega a existência de poluição e fala em mancha provocada pelos pólenes».

A citação desta noticia é feita pelo CDS num comunicado enviado às redações no qual adiantam ainda que “após uma denúncia feita nas redes sociais, de que a água do Tejo corria muito escura na zona de Ortiga, em Mação, o JN contactou o Ministério do Ambiente (MA) no sentido de obter uma reação. De acordo com a referida notícia, em resposta, fonte do MA afirmou já se ter procedido à recolha de amostras de água, e que ‘na análise feita no local, não foi detetada qualquer mancha de poluição, mas antes e só uma coloração amarelada que pode estar relacionada com o pólen liberto'”.

Na mesma notícia é citado o presidente da ProTejo que denuncia a falta de informação por parte da tutela sobre a regularidade com que é feita a monitorização dos efluentes onde se verificam os níveis mais elevados de poluição.

Perante esta situação, os deputados questionam também o Governo sobre a “regularidade com que é feita a monitorização dos efluentes do Tejo onde se têm verificados com maior frequência episódios de poluição grave e muito grave; quais os resultados das análises e vistorias feitas desde o início de 2018; que outras fontes, e quantas, de poluição pontual ou difusa foram identificadas; desde o início deste ano, quantas e que tipo de licenças foram emitidas, quer às Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) quer às empresas de celulose cujas descargas afetam o rio Tejo; com que frequência é fiscalizada a boa prática e cumprimento dessas licenças; e, ainda, quais os resultados dessas fiscalizações desde o início de 2018”, conclui o documento enviado à Comunicação Social.

Jornalista profissional há mais de 30 anos, passou por vários jornais diários nacionais, nomeadamente pelo 'Diário de Lisboa', 'Diário de Notícias' e 'A Capital'. Apaixonada pela profissão desde a adolescência, abraçou o jornalismo nas suas diversas áreas, desde o Desporto às Artes e Espetáculos, passando pela Política e pelos temas Internacionais. O jornalismo de proximidade surge agora no seu percurso.

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