Após ver a Assembleia Municipal chumbar a sua proposta de estudo para a implementação de um corpo de Polícia Municipal no Entroncamento, o CDS-PP afirma lamentar “profundamente” o sucedido, uma vez que considera que as vantagens de se ter um corpo policial deste género eram “inúmeras”. A proposta, aprovada pelo PSD, Chega e alguns independentes que se desvincularam deste último partido, foi chumbada pelas bancadas do PS e pelo eleito da CDU, sendo que, com a abstenção do BE e a votação empatada, foi o voto de qualidade do presidente da Assembleia Municipal a decidir o chumbo da proposta.
Justificando a necessidade desta proposta com a carência de fiscalização “eficiente em diversas áreas”, o CDS elenca em comunicado algumas das áreas em que se enquadraria a atuação da polícia municipal na cidade, nomeadamente na regulação e fiscalização do trânsito rodoviário e pedonal, na vigilância de espaços públicos ou abertos ao público, na fiscalização do cumprimento das normas regulamentares municipais (Limpeza e Higiene Urbana, obras, etc.), na vigilância nos transportes urbanos locais, na detenção e entrega imediata a autoridade judiciária ou a entidade policial e em ações de ações de polícia ambiental, mortuária e de sensibilização.
Este partido política considera ainda que a existência deste órgão de polícia, “libertaria os agentes da Polícia de Segurança Publica, para a atividade de polícia criminal, podendo assim a nossa cidade usufruir de mais agentes de autoridade”.
“Estamos e estaremos sempre do lado do nosso cidadão, com a mesma linha ideológica, sem surpresas. Do CDS-PP no Entroncamento pode sempre esperar a defesa de uma cidade melhor, colocando o interesse comum no topo das nossas prioridades”, termina o documento.
