Castelo templário de Almourol é visitado todos os anos por cerca de 100 mil pessoas. Foto: arquivo: CMVNB

O Castelo de Almourol, em Vila Nova da Barquinha, recebe, nos dias 26 e 27 de setembro, a recriação histórico-militar “Almourol Templário – O Assalto”, iniciativa que pretende valorizar o património templário através de um programa que combina animação histórica, cultura e experiências imersivas.

Ao longo dos dois dias, o recinto acolhe um acampamento militar e civil inspirado na época medieval, com demonstrações de artes e ofícios, esgrima histórica, arco e besta, falcoaria, danças e música medievais, mercado tradicional, tasquinhas e diversas atividades participativas para todas as idades.

Erguido numa pequena ilha do rio Tejo, o Castelo de Almourol é um dos mais emblemáticos monumentos templários do país e servirá de cenário ao espetáculo “Assalto ao Castelo”, marcado para as 22h00 de sábado, 26 de setembro, que recria um episódio militar com recurso a encenação histórica.

Castelo de Almourol revive época templária nos dias 26 e 27 de setembro. Foto arquivo: mediotejo.net

O programa integrará ainda experiências imersivas sujeitas a inscrição prévia, permitindo aos participantes assumir, por um dia, o papel de templário, cozinheiro medieval ou elemento de dança histórica.

No domingo realizam-se workshops de esgrima histórica, danças medievais, coquinaria e atividades dirigidas aos mais novos, como “O Pequeno Templário”.

Castelo de Almourol revive época templária nos dias 26 e 27 de setembro. Foto arquivo: mediotejo.net

Entre as novidades da edição deste ano destaca-se a assinatura de um protocolo de cooperação entre o município de Vila Nova da Barquinha e o Convento de Cristo, Património Mundial da UNESCO, com vista ao reforço da valorização e promoção do património templário.

O programa inclui ainda uma sessão “À conversa com…”, dedicada ao património templário, com a participação do presidente da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha, Manuel Mourato, do investigador Luís Mota Figueira, da Universidade de Aveiro e diretor do Museu Agrícola de Riachos, e de Vanda Costa, técnica de Turismo do município e do Centro de Interpretação Templário de Almourol (CITA), bem como um workshop sobre os Barcos Avieiros promovido pela Confraria Ibérica do Tejo.

Centro de Interpretação Templário de Almourol (CITA). Foto: CMVNB

De entrada livre, “Almourol Templário – O Assalto” é promovido pelo município de Vila Nova da Barquinha, pela Associação Ordem dos Pobres Cavaleiros do Templo de Jerusalém e pela Associação Thomar Honoris.

As atividades com participação limitada requerem inscrição prévia através do formulário disponível em: https://forms.gle/LgGNNqxzKfR3ndDj8.

Programa

Sábado | 26 de setembro

12h30 – Hastear da Bandeira e abertura do Acampamento Militar e Civil

14h30 – 18h00 – Experiências imersivas (inscrição obrigatória)

  • Templário por um dia (maiores de 18 anos)
  • Dança por um dia (maiores de 16 anos)
  • Coquinaria por um dia (maiores de 18 anos)

15h00 – Assinatura do Protocolo de Cooperação entre o Município de Vila Nova da Barquinha e o Convento de Cristo

15h30 – “À conversa com…”

17h00 – Workshop “Barcos Avieiros”

18h00 – Momento musical

22h00 – Assalto ao Castelo

Domingo | 27 de setembro

10h00 – Reabertura do Acampamento Militar e Civil

10h15 – 11h15 – Workshops de Artes Históricas (inscrição obrigatória)

  • Esgrima Histórica
  • Danças Históricas
  • Oficina de Coquinaria

11h15 – Workshop “O Pequeno Templário”

14h30 – 17h30 – Estátuas Vivas

14h30 – 17h30 – “No Acampamento por um dia” (inscrição obrigatória)

17h30 – Arrear da Bandeira e encerramento do Acampamento Militar e Civil

O evento integrará um mercado tradicional em permanência, tasquinhas, esgrima histórica, arco e besta históricos, artes e ofícios, danças e música históricas e falcoaria, entre outras propostas.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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