Foto ilustrativa: DR

O Carvoeiro, no concelho de Mação, recebe entre os dias 23 e 26 de julho mais uma edição das Festas de Verão, iniciativa promovida pelo Grupo Desportivo e Recreativo de Carvoeiro, que promete quatro dias de animação, música, gastronomia e convívio, reforçando o papel do movimento associativo na dinamização das pequenas comunidades do interior.

Em nota informativa, a direção da associação sublinha precisamente essa dimensão, defendendo que “o associativismo é a resiliência de muitas vilas e aldeias do interior” e considerando que o Grupo Desportivo e Recreativo de Carvoeiro é “um exemplo soberbo” dessa realidade, destacando ainda a ligação da coletividade à aldeia e à praia fluvial.

As festividades arrancam na quinta-feira, 23 de julho, com uma sardinhada no Largo da Igreja, às 19h00, mediante inscrição, seguindo-se, às 20h00, a atuação do organista Nuno Silva.

Na sexta-feira, a animação concentra-se na música de baile, com atuação da Banda Klimax, às 23h00, em camião-palco, prolongando-se a noite com o DJ Rasilmar, a partir das 03h00.

O sábado apresenta um programa diversificado, começando às 15h00 com um torneio de malha e prosseguindo, às 17h30, com uma tarde infantil animada. A noite será preenchida pelo baile com o teclista 3G, antes da atuação dos Descendentes, marcada para a meia-noite. Depois do concerto, o baile prossegue novamente com o teclista 3G, terminando a madrugada ao som do DJ Danni Vita.

No domingo, último dia das festividades, realiza-se, às 17h00, a tradicional Monumental Garraiada, um dos momentos mais aguardados do programa.

Durante os três últimos dias haverá ainda restaurante com pratos típicos, reforçando a componente gastronómica da iniciativa e proporcionando momentos de convívio à população e aos visitantes.

Organizadas pelo Grupo Desportivo e Recreativo de Carvoeiro, as Festas de Verão têm vindo a crescer nos últimos anos, dando continuidade ao trabalho desenvolvido pela coletividade ao longo do ano, com a associação a voltar a mobilizar dezenas de voluntários para aquele que constitui um dos principais momentos de encontro da comunidade.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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