Caminhos da Água levam circo, marionetas e teatro a Mação, Tomar e Constância. Foto: DR

Os Caminhos da Água seguem o seu curso até ao final de julho no Médio Tejo, com as próximas atividades culturais a decorrerem este fim de semana em Constância, Tomar e Mação. Este ciclo de programação cultural em rede atravessa Abrantes, Alcanena, Constância, Ferreira do Zêzere, Ourém, Mação, Tomar, Torres Novas, Vila de Rei e Vila Nova da Barquinha e oferecem muita música, circo contemporâneo, magia, teatro de rua, e marionetas, entre outros.

Esta sexta-feira, 22 de julho, o Teatro TRANS(H)UMÂNCIA vai estar em cena no Centro Histórico e Praça da República de Tomar, às 19h30. Neste dia a animação está ainda garantida em Mação com “As Marionetas vão à praia” na Praia Fluvial de Ortiga, às 11h000, e as “Marionetas vão ao circo” no Jardim Municipal de Mação, às 21h30.

Já no sábado, 23 de julho, “As Marionetas vão à praia” e animam a Praia Fluvial de Cardigos, em Mação, às 11h00, e a Praia Fluvial de Carvoeiro, às 17h00. Também no sábado, o Circo “EL APARTAMENTO” será o protagonista na Praça da República, em Tomar, às 22h00.

No domingo, 24 de julho, o Circo “EL APARTAMENTO” volta a animar a região na zona ribeirinha de Constância, às 18h00.

Espetáculos de marionetas estão agendados para Mação. Foto: DR

O concerto de Nádia Schilling, que estava previsto para dia 17 de julho, tendo sido adiado devido aos incêndios, está agora marcado para dia 31 de julho, no Anfiteatro dos Torreões da Vila Medieval de Ourém, às 19h00.

Nádia Schilling atua em Ourém no dia 31 de julho. Foto: DR

Toda a programação está disponível no site caminhos.mediotejo.pt/ onde pode encontrar informação mais detalhada sobre cada espetáculo.

De salientar que os eventos estão sujeitos às normas de prevenção COVID-19 em vigor, sendo, na sua maioria, realizados em espaços ao ar livre, nas praias fluviais, jardins, parques e praças dos centros históricos.

O projeto é cofinanciado pelo Centro 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER.

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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