Bombeiros de Abrantes combatem incêndio no centro histórico na passagem de ano. Foto: AHBVA

As equipas dos Bombeiros de Abrantes entraram no novo ano de 2024 a combater um incêndio no coração da zona histórica da cidade. Os bombeiros foram acionados às 23:06, para um incêndio que decorria num edifício multifamiliar e comercial, no piso superior do café Tonho Paulos. As chamas, dominadas duas horas mais tarde, ficaram confinadas ao 1º piso e não houve feridos a registar.

“As equipas dos bombeiros de Abrantes, que estiveram de serviço na noite da passagem de ano, tiveram este ano uma entrada no novo ano, ao serviço da comunidade, em operações de combate e extinção a um incêndio urbano, que ocorreu em pleno coração da zona histórica na cidade de Abrantes, indica a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Abrantes (AHBVA) em nota informativa publicada na sua página.

“Os operacionais, desde o primeiro minuto, tiveram como principal objetivo e estratégia que o incêndio não se propagasse além do 1º andar do edifício e a edifícios contíguos, objetivo este, que apesar dos danos no piso afetado, foi alcançado com sucesso por toda a dedicação e empenhamento dos nossos operacionais, não existindo ainda feridos a registar”, indica a mesma informação.

Esta intervenção, cujo incêndio entrou em fase de rescaldo cerca da 01h00, “levou os operacionais, na medida do possível, a celebrar a passagem de ano, em pleno teatro de operações”.

No local, além dos bombeiros de Abrantes com três veículos e 12 operacionais, estiveram ainda presentes a PSP, vereação e Serviço Municipal de Proteção Civil do município de Abrantes. Ali ao lado, na Praça Barão da Batalha, fazia-se a festa de passagem de ano.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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