Bombeiros combatem fogo em empresa de reciclagem de sucatas em Alferrarede. Foto: mediotejo.locais.net/

14h30 – O incêndio que deflagrou nas instalações da RSA – Reciclagem de Sucatas Abrantina, em Alferrarede, Abrantes, entrou em fase de rescaldo às 13h14, mantendo-se no local 62 operacionais e 18 veículos para os trabalhos de consolidação. A informação foi avançada ao mediotejo.locais.net/, pelas 14h20, por André Teodoro, comandante dos Bombeiros Voluntários de Abrantes.

“O incêndio encontra-se em conclusão, portanto, em rescaldo desde as 13h14”, adiantou o comandante, explicando que os meios continuam no terreno devido à “quantidade significativa ainda de detritos e equipamentos que estiveram em combustão”.

Nesta fase, o dispositivo mantém-se com 18 veículos e 62 operacionais, que prosseguem as operações de rescaldo e consolidação no local.

Entretanto, a Estrada Nacional 2 (EN2) já foi reaberta à circulação, depois de ter estado interditada por questões de segurança, nomeadamente devido à visibilidade reduzida e à presença de fumos e partículas na atmosfera.

ÁUDIO | ANDRÉ TEODORO, COMANDANTE BOMBEIROS DE ABRANTES:

Também já foi dada indicação para que os moradores possam regressar às suas habitações, depois da retirada preventiva determinada durante a manhã. As três empresas situadas a norte da RSA, às quais tinha sido solicitado o encerramento temporário por questões de segurança, receberam igualmente indicação para retomar a atividade.

Em comunicado, a RSA informou que o incêndio, ocorrido cerca das 06:00, esteve sempre confinado a uma zona específica de armazenamento temporário de resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos (REEE) despoluídos, para a qual dispõe de licença ambiental.

A empresa adianta que não se registaram feridos nem danos materiais durante as operações de combate e agradeceu a intervenção da Proteção Civil, bombeiros, PSP e restantes entidades envolvidas, bem como a compreensão da população e das empresas afetadas pelo fumo.

Incêndio em sucateira de Abrantes obriga a evacuar moradores e corta EN2 devido ao fumo

11h30: O incêndio que deflagrou hoje numa empresa de reciclagem de sucatas em Alferrarede, Abrantes, obrigou à retirada de cerca de 14 pessoas das suas habitações e ao encerramento de três oficinas e empresas devido ao fumo, estando a EN2 cortada nos dois sentidos.

Segundo o comandante dos Bombeiros Voluntários de Abrantes, André Teodoro, a evacuação foi determinada devido à “nuvem de fumo e aos gases libertados” pela combustão de pequenos equipamentos elétricos e eletrónicos, considerada matéria perigosa, tendo as pessoas sido realojadas em casa de familiares.

“Evacuações só por causa do fumo, não há feridos”, esclareceu o comandante, acrescentando que as três oficinas e empresas situadas a norte do incêndio foram também encerradas por razões de segurança, uma vez que o fumo se deslocava naquela direção.

“O incêndio na empresa RSA – Reciclagem de Sucatas Abrantina ainda está ativo, mas confinado a uma zona da empresa com baterias de lítio. Por causa do fumo, 14 pessoas [que residem nas proximidades], bem como funcionários de empresas que estão junto da RSA foram retirados preventivamente”, adiantou.

De acordo com André Teodro, a Estrada Nacional 2 junto à empresa também foi fechada ao trânsito preventivamente.

“A empresa tem várias zonas de reciclagem de sucata, como pneus, equipamentos elétricos, papel, etc, mas a que está a arder é a zona das baterias de lítio. As outras não estão comprometidas. [O incêndio] está confinado ao espaço onde estão as baterias”, indicou.

Bombeiros combatem fogo em empresa de reciclagem de sucatas em Alferrarede. Foto: mediotejo.locais.net/

ÁUDIO | ANDRÉ TEODORO, COMANDANTE BOMBEIROS DE ABRANTES:

O incêndio deflagrou cerca das 06:11 na área exterior da RSA – Reciclagem de Sucatas Abrantina e provocou também explosões, confirmou André Teodoro, explicando que estas estão relacionadas com baterias de lítio existentes no meio dos resíduos e que acabam por rebentar devido ao calor e à combustão.

A situação levou ainda ao corte da Estrada Nacional 2 (EN2), na Avenida António Farinha Pereira, nos dois sentidos, devido à presença de fumo na via. Os bombeiros esperam conseguir reabrir a estrada esta tarde.

“Estamos a falar de toneladas e tonelagem de detritos”, afirmou o comandante, explicando que o trabalho passa agora por separar os resíduos em combustão e arrefecê-los em dois locais distintos, de forma a conseguir chegar às zonas mais profundas da pilha.

O alerta para o incêndio foi dado às 06:15 e, cerca das 11:30, estavam no local 62 operacionais apoiados por 21 viaturas, segundo a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

André Teodoro adiantou que foi montado um posto de comando e que a operação está dividida em dois setores, envolvendo bombeiros de vários corpos da região e o Serviço Municipal de Proteção Civil.

O responsável estimou que a fase de combate e arrefecimento dos resíduos deverá prolongar-se por várias horas, seguindo-se trabalhos de rescaldo e vigilância durante vários dias para garantir que todos os equipamentos ficam completamente arrefecidos e não há nova combustão.

O incêndio mantém-se confinado às instalações da empresa e não há registo de feridos.

Bombeiros combatem fogo em empresa de reciclagem de sucatas em Alferrarede

10h00 – O incêndio que deflagrou hoje de manhã na empresa RSA – Reciclagem de Sucatas Abrantina, em Alferrarede, no concelho de Abrantes, continuava às 10:00 por dominar e estava a ser combatido por quase 62 operacionais apoiados por 21 viaturas.

“O incêndio continua ativo e confinado à empresa. Não há vitimas a registar”, indicou fonte do Comando Sub-Regional do Médio Tejo.

O alerta para o incêndio na RSA, que recebe, segundo ‘site’, “resíduos metálicos ferrosos e não ferrosos, veículos em fim de vida, pneus usados e resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos, vidro madeira, plástico e cartão”, foi dado às 06:11.

“No local estão bombeiros de Abrantes, Constância, Mação, Sardoal, Entroncamento, Vila Nova da Barquinha, Golegã, Ferreira do Zêzere e Caxarias”, segundo a fonte.

Às 10:00 estavam no local 62 operacionais, com o apoio de 21 veículos.

c/Lusa

Mestre em Jornalismo e apaixonada pela escrita e pelas letras. Cedo descobriu no Jornalismo a sua grande paixão.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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