Os Cromos da Noite vão animar a noite de abertura do Cromos da Noite. Foto: CN

O Bempos’tá Jovem regressa à freguesia de Bemposta, Abrantes, sexta-feira e sábado, dias 25 e 26 de setembro, para celebrar 12 anos de um festival intergeracional que junta música, dança, gastronomia e convívio.

Sob o lema “Todos Somos Jovens”, a iniciativa volta a reunir associações e coletividades da freguesia numa organização conjunta, contando com a colaboração do Município de Abrantes e da Junta de Freguesia de Bemposta.

A programação arranca na sexta-feira, dia 25, às 20h00, com os Sons Lusitanos de Abrantes, seguindo-se, às 21h30, um concerto da Banda Replika. A música prolonga-se pela madrugada, com os Cromos da Noite.

No sábado, dia 26, a festa começa às 18h00 com o Grupo de Danças da Escola E.F.C., de Ponte de Sor, seguindo-se, às 21h30, a Banda Elytte. O DJ Dani Vitta sobe ao palco a partir da 01h00.

Apresentado como um “Festival Intergeracional Inclusivo da Freguesia de Bemposta”, o Bempos’tá Jovem resulta da parceria entre as associações locais, que colaboram na organização, procurando envolver diferentes gerações na vida social e comunitária da freguesia. Esta matriz tem acompanhado as anteriores edições da iniciativa.

O festival assinala este ano 12 anos, mantendo a máxima “Todos Somos Jovens” e uma programação que cruza artistas e grupos locais e regionais com propostas dirigidas a diferentes públicos.

A componente gastronómica volta igualmente a marcar presença, com serviço de bar e refeições e as tradicionais filhós.

Banda Elytte atua na Bemposta no sábado, 26 de setembro. Foto: BE

Mantém-se também uma das particularidades do Bempos’tá Jovem: “quando o pato canta há bebida à borla”, anuncia o cartaz, numa tradição que já marcou anteriores edições do festival.

Os espetáculos decorrem numa tenda gigante, numa edição que volta a assumir como eixos a música, a cultura e a gastronomia.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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