O Bloco de Esquerda manifestou “a sua grande preocupação pela situação muito difícil a que chegou o serviço de urgência no Hospital de Abrantes, no quadro do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT)” durante a reunião da Coordenadora distrital do partido, realizada no final da passada semana e na qual analisou, também, “a situação política nacional e os principais problemas do distrito, para além de ter traçado as linhas essenciais da sua intervenção nos próximos meses”, segundo sublinha o BE num comunicado enviado à Imprensa.
Em relação a Abrantes o BE diz que “em períodos de maior afluência, os doentes acumulam-se em instalações que nem asseguram condições para tratamento e recuperação, nem sequer num mínimo de privacidade. Os próprios profissionais enfrentam dificuldades extremas”.
O BE recorda o recente encontro de uma delegação do partido com a Administração do CHMT, no qual “esta assegurou que as obras de requalificação das Urgências de Abrantes estariam concluídas no próximo ano. No entanto, para o Bloco de Esquerda e pelo menos até lá, impõem-se medidas como a recapacitação das Urgências em Tomar e Torres Novas, por forma a aliviar a pressão sobre as urgências em Abrantes”, sublinha o partido.
No comunicado, o Bloco de Esquerda diz ainda que “tem vindo a acompanhar a progressiva integração de trabalhadores precários, no Estado e nas autarquias. Trata-se de um processo demasiado lento e incompleto, em que subsiste alguma opacidade. O BE irá empenhar-se para que sejam integrados nos quadros do estado todos os trabalhadores precários que de facto exerçam funções permanentes, independentemente da natureza do seu vínculo atual”, conclui o documento.
