Foto: DR

A carrinha, único transporte da BFA para ensaios e formação musical dos mais novos, terá desaparecido entre as 13h00 e as 17h00, da bolsa de estacionamento entre o local onde se realizava o mercado semanal de Abrantes, nas traseiras do Edifício Sopadel.

João Pereira, membro da direção da BFA que tinha a carrinha à sua guarda, residente em Abrantes, contou ao nosso jornal que saiu para trabalhar e deixou a carrinha no estacionamento do costume, onde deixa aliás o seu veículo pessoal. Ao chegar pelas 17h00, no dia 13, apercebeu-se que a carrinha não estava no local onde a tinha deixado.

Contactou outros membros da Banda Filarmónica que pudessem ter necessitado da carrinha e a tivessem levado, mas todos negaram tê-lo feito. Perguntou a vizinhos se tinham visto algo suspeito ou dado conta da saída da carrinha, e um deles disse que pelas 13h00, hora de almoço, ainda estava no estacionamento.

O desaparecimento do veículo foi participado à PSP de Abrantes e divulgado na rede social Facebook, e até ao dia de hoje continua em parte incerta. Consta que a carrinha estará em utilização e circulação, pois esta semana o presidente da direção da BFA consultou os CTT e apercebeu-se de que estavam portagens pendentes de pagamento de deslocações efetuadas que terão acontecido posteriormente ao desaparecimento.

Este é o único veículo da Banda Filarmónica Alveguense, único meio de transporte dos músicos e crianças que participam nos ensaios ao sábado e na formação musical. Uma semana após o desaparecimento da carrinha, continuam sem ter novidades e sem transporte, e por esse motivo a BFA suspendeu a atividade, não estando a realizar ensaios nem formação.

É deixado o apelo para que, quem possa ter dados sobre o paradeiro da carrinha Volkswagen Transporter, com matrícula 05-89-FM, com réstias de uma estampagem do brasão da freguesia de Alvega nas portas dianteiras, possa comunicar aos membros da Banda Filarmónica ou às autoridades, nomeadamente PSP de Abrantes (241 077 290).

Joana Rita Santos

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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