Mariana Marques (SCA) fecha ano 2109 com novo recorde juvenil no peso. Foto: SCA

A Nave Desportiva de Alpiarça foi o palco do Torneio de Abertura para os escalões de Juvenis, Juniores e Seniores, no dia 21 de dezembro, em que estiveram presentes cerca de setenta atletas em representação de dezasseis clubes filiados. Mariana Marques, do Sporting de Abrantes, bateu neste torneio o recorde do lançamento do peso de juvenis femininos.

Mariana Marques do Sporting Clube de Abrantes, bateu o recorde regional de juvenis no lançamento do peso, em pista coberta, com 12.37. A anterior marca pertencia a atleta Mariana Estevão, com 12.20.

Já no Campeonato Distrital sub-20, disputado em Leiria no último fim de semana do ano, Mariana Marques, atleta de idade juvenil, alcançou os mínimos no lançamento do peso para o Campeonato Nacional de Juniores.

No torneio de Alpiarça os vencedores foram:

Comprimento Fem.

Teresa Abade                 AEA Cartaxo       5.00

60 M Barr juv. Masc.

Hélio Tavares                  CP Alcanena      10.43

60 M Barr. Juv. Fem.

Margarida Patricio           AEA Cartaxo       9.19

Peso Juv. Fem.

Mariana Marques           SC Abrantes       12.37

60 M Fem.

Mariana Gordo              GA Fátima           8.15

Peso Juv. Masc.

Diogo Catrola              A20Km Almeirim  11.83

60 M Masc.

André Jerónimo               AJ Serra               7.23

60 M Juv. Fem.

Beatriz Neves                   GA Fátima           8.09

60 M Juv. Masc.

Simão Alexandre             AEA Cartaxo       7.25

Comprimento Masc.

Simão Alexandre             AEA Cartaxo       6.58

Os campeões regionais sub 18 foram:

300 M Fem.

Marta Gonçalves             AEA Cartaxo         44.71

300 M Masc.

Ricardo Galvão              UFC Tomar             39.61

1500 M Fem.

Rita Carrilho                 CLAC                     5 12.92

1500 M Masc.

Tomás Cerveira           CNR Maior                4 20.24

3000 M Marcha Fem.

Inês Mendes               CN Rio Maior     14 55.74

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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