Gavião recebe XXXII Mostra de Artesanato com Vitor Kley, Os Descendentes e Némanus. Foto arquivo: CMG

Entre 17 e 19 de julho, o Jardim do Cruzeiro, em Gavião, acolhe a XXXII Mostra de Artesanato, Gastronomia e Atividades Económicas, evento promovido pelo município que volta a afirmar-se como uma das principais iniciativas de verão do concelho, conjugando tradição, promoção económica e animação cultural.

Conhecida como a “festa dos afetos da terra e do Tejo”, a mostra pretende valorizar o que de melhor se produz no concelho, reunindo artesãos, produtores, associações, empresas e restauração num espaço que aproxima o Alto Alentejo, a Beira e o Ribatejo.

O certame inclui demonstrações de artesanato ao vivo, tasquinhas com gastronomia tradicional, espaços dedicados às atividades económicas da região e animação para todas as idades.

A programação musical arranca na sexta-feira, 17 de julho, com a abertura oficial do recinto às 19h00. À noite, sobe ao palco o cantor brasileiro Vitor Kley, seguindo-se a Festa Baile do Pimpão, que contará com a participação especial de Melão.

No sábado, dia 18, o recinto reabre às 16h00, com mostras de artesanato e animação de rua, culminando com o concerto da banda portuguesa Os Descendentes, antes da atuação de um DJ local pela madrugada.

O encerramento acontece no domingo, 19 de julho, com a abertura das tasquinhas para almoço, atividades culturais e demonstrações artesanais durante a tarde, terminando com o concerto da dupla Némanus.

Gavião recebe XXXII Mostra de Artesanato com Vitor Kley, Os Descendentes e Némanus. Foto: CMO

Realizada tradicionalmente no terceiro fim de semana de julho, a Mostra de Artesanato, Gastronomia e Atividades Económicas é considerada um dos eventos de maior projeção do concelho, assumindo-se como uma montra da identidade local e um importante motor de dinamização económica e turística da região.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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