Artes e ofícios do Ribatejo Interior na FIL: Foto. TAGUS

A TAGUS – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior, marca presença até domingo, 2 de julho, na Feira Internacional de Artesanato (FIA), com o projeto AO.RI – Artes e Ofícios, com ajuda dos artesãos e parceiros locais no sentido de divulgar e valorizar as artes e ofícios da região.

Esta participação na FIA enquadra-se na atividade da TAGUS que se foca na promoção e valorização dos produtos locais e da identidade territorial, em que se inclui o artesanato, ao longo de 30 anos de existência e trabalho em prol do desenvolvimento dos concelhos de Abrantes, Constância e Sardoal.

Recorde-se que no âmbito do Desenvolvimento Local de Base Comunitária Rural, a TAGUS em conjunto com os Municípios de Abrantes, Constância e Sardoal têm estado a desenvolver um projeto de valorização do património identitário do território, designado “AO.RI – Artes e Ofícios do Ribatejo Interior”, apoiado pelo Centro 2020, do Portugal 2020, cofinanciado pelo Fundo de Desenvolvimento Regional.

“Este projeto tem como principal objetivo promover e valorizar as artes e ofícios tradicionais do Ribatejo Interior, que representam as vivências, os saber-fazer ancestrais e a identidade e cultura deste território, e tem um conjunto de iniciativas para a sua preservação, diferenciação e adaptação às necessidades atuais, tornando-se, assim, um complemento à oferta dos produtos turísticos do Médio Tejo”, frisa a associação.

O stand do projeto AO.RI. da TAGUS, encontra-se no Pavilhão 1 – Artesanato Nacional, na FIA  – FIL, no Parque das Nações, em Lisboa.

A FIA, considerada a maior feira internacional de artesanato da Península Ibérica e a segunda maior da Europa, decorre de 24 de junho a 2 de julho em Lisboa.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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