Fenómeno extremo de vento e chuva afetou habitações e cortou eletricidade e comunicações em Fazendas de Almeirim. Foto: facebook diário de bombeiro

Um “fenómeno extremo de vento e chuva” ocorreu hoje cerca das 19:22 em Fazendas de Almeirim tendo danificado a cobertura de cinco habitações, montras de lojas, e provocado a queda de árvores, postes da eletricidade e de telecomunicações, deu conta a Proteção Civil de Santarém.

“Chuva fortíssima, pedra, ventos e uma descida abrupta da temperatura em mais de uma dúzia de graus, que originou a queda de arvores, postes de eletricidade, telecomunicações e de várias estruturas”, deu conta, por sua vez, o presidente da Câmara de Almeirim, na sua página pessoal do facebook.

Um “fenómeno extremo de vento e chuva” ocorreu hoje cerca das 19:22 em Fazendas de Almeirim. Foto: facebook diário de bombeiro

“Na rua a acompanhar as consequências de um fenómeno meteorológico que ocorreu pelas 19h em parte de Fazendas de Almeirim”, escreveu Pedro Ribeiro.

Contactado pelo mediotejo.net, fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém disse que “foi um fenómeno extremo de vento e chuva que danificou a cobertura de cinco habitações, provou a queda de árvores e de postes de eletricidade e de telecomunicações, além de uma montra de um supermercado”, tendo referido que o alerta foi dado às 19:22 e que no local estão os bombeiros de Almeirim e equipas da EDP e da PT.

O presidente da Câmara de Almeirim, Pedro Ribeiro, deu conta de “chuva fortíssima, pedra, ventos e uma descida abrupta da temperatura em mais de uma dúzia de graus”. Foto: facebook/Pedro Ribeiro

Segundo a mesma fonte não há registo de pessoas feridas devido à passagem deste fenómeno extremo, que durou alguns minutos.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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