A PSP e a GNR estão a acompanhar o caso, nomeadamente através dos efetivos do programa Escola Segura. Foto: PSP

“Hoje foi raptada uma menina em Abrantes! Na quarta-feira tentaram levar um rapaz de Gavião! Mantenham-se atentos a uma carrinha de caixa fechada com três indivíduos estrangeiros.” A história tem pequenas variações consoante as redes sociais ou os grupos de WhatsApp onde tem sido partilhada ao longo dos últimos dias, mas causando sempre extrema preocupação entre os pais de crianças em idade escolar.

Ponte de Sor, Gavião, Tramagal e Abrantes são os locais mencionados nestas mensagens, e vários alunos comentaram em casa o suposto assédio de homens junto às escolas. O oficial de Relações Públicas da GNR de Santarém confirma ao mediotejo.net que a Guarda tem conhecimento destes relatos, mas assegura que, até ao momento, não há nenhuma participação no distrito.

“Estamos a acompanhar a situação, uma vez que é um tema que causa grande alarme social”, explica o tenente-coronel Miguel Correia da Silva, embora reforce que, “sem informação concreta”, não é possível investigar e avaliar a real existência de perigo. Por isso, apela a que, se alguém tiver testemunhado diretamente uma destas alegadas situações, entre em contacto com o posto da GNR da sua área de residência.

Fonte da PSP de Abrantes confirmou também ao nosso jornal ter conhecimento de “receios de um rapto”, esta sexta-feira, 15 de dezembro, mas garante que a situação foi investigada e não tinha fundamento.

“Qualquer informação deve ser reportada às autoridades”, apela a PSP, lembrando que “a fim de manter a tranquilidade e ordem pública, a população deve abster-se de partilhar informações sem confirmação da sua veracidade”.

Várias mensagens de alerta têm estado a ser partilhadas nas redes sociais

Sou diretora do jornal mediotejo.net, diretora editorial da Médio Tejo Edições e da chancela de livros Perspectiva. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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