Curta metragem 'Carta Branca' este sábado no cineteatro São Pedro em Alcanena

A curta metragem ‘Carta Branca’, da Companhia Caótica (Projeto “Objetos Visuais) vai ser apresentado em Alcanena, no sábado, dia 10 de outubro, no Cineteatro São Pedro, no âmbito do 4º Manobras – Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas.

“O realizador percorre o território de Alcanena com carta branca para filmar, questionando quem encontra: se pudesse decidir com total liberdade, o que faria com a sua vida? E pergunta-se: que mundo emergiria a partir do branco de todas as possibilidades individuais? Dos morcegos aos curtumes, da arte popular às pessoas. O Objeto Visual de António-Pedro (Companhia Caótica) continua a olhar para as estórias escondidas nos territórios Artemrede. Neste Manobras, o filme fixa-se nos horizontes de Alcanena, com apresentação que vai ao fundo da identidade local”, pode ler-se em nota de imprensa.

O filme é de entrada livre, devendo as reservas ser efetuadas através do telefone 249 889 010 (até 48 horas antes da hora do espetáculo deixam de ser aceites reservas).

Devido à pandemia COVID-19, os lugares do estão limitados a metade da lotação do Auditório do CTSP (150 lugares), sendo obrigatório o uso de máscara.

As reservas devem ser levantadas até à véspera do espetáculo, no horário da bilheteira (de quarta a sexta-feira, das 15:00h às 19:00h, em semana de espetáculo à sexta-feira, sábado ou domingo). Após este limite, as reservas ficam automaticamente sem efeito.

O 4º Manobras – Manobras Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas, decorre de 12 de setembro a 31 de outubro em 11 Municípios associados da Artemrede (Abrantes, Alcanena, Barreiro, Moita, Montemor-o-Novo, Montijo, Palmela, Pombal, Sesimbra, Sobral de Monte Agraço e Tomar).

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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