Praia Fluvial do Agroal, em Ourém. Foto: CMO

A Câmara Municipal de Ourém aprovou, na reunião de 03 de agosto, a proposta de exploração da Estação de Desportos Náuticos Não Motorizados do Agroal, permitindo reforçar a oferta de atividades de natureza e lazer naquele espaço.

Segundo o município, a empresa RIVERSportevents manifestou disponibilidade para disponibilizar equipamentos para a prática de modalidades náuticas não motorizadas, nomeadamente caiaques e pranchas de paddle, na zona da Lagoa do Agroal.

O procedimento para a exploração da atividade tinha sido anunciado pelo município em 17 de junho, estando previsto que decorra durante toda a época balnear, entre julho e setembro.

A concessão pretende diversificar a oferta turística e desportiva do Agroal, proporcionando novas experiências aos visitantes e valorizando um dos principais espaços naturais e de lazer do concelho.

O procedimento permite a prática de desportos náuticos não motorizados numa maior extensão do Rio Nabão, mediante o cumprimento das normas de segurança aplicáveis aos utilizadores e equipamentos e tendo em conta a utilização da piscina e do próprio rio.

Entre as atividades previstas encontram-se canoagem em canoa ou kayak, individual ou duplo, gaivotas simples ou fantasia, paddle individual e waterballing.

Agroal volta a ter desportos náuticos não motorizados durante época balnear. Foto: CMO

O preço base definido pelo município para a exploração é de 250 euros mensais, acrescidos de IVA.

A Praia Fluvial do Agroal, no Rio Nabão, é um dos principais espaços balneares e de lazer do concelho de Ourém, distinguindo-se pelas características naturais das suas águas e envolvente.

A instalação da estação de desportos náuticos pretende reforçar a componente de lazer ativo associada à praia fluvial e diversificar a oferta disponível para os visitantes durante a época balnear.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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