AdVT e Adp inauguram Parque de Lamas da ETAR do Entroncamento. Foto: DR

No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Água e assinalando o Dia Mundial da Árvore e o Dia Internacional das Florestas, foi inaugurado o Parque de Lamas da ETAR do Entroncamento. O equipamento permite a produção da água tratada para reutilização e a valorização das lamas para aplicação em solos agrícolas e florestais.

Este projeto conjunto entre a Águas do Vale do Tejo (AdVT) e a AdP Valor, está “alinhado com as ambições de sustentabilidade” do Grupo Águas de Portugal.

A cerimónia contou com intervenções do presidente da EPAL/AdVT Carlos Martins, do vice-presidente da Águas de Portugal, José Sardinha, do administrador executivo da AdP Valor, João Oliveira Miguel, e da vice-presidente do Município do Entroncamento, Ilda Rodrigues Joaquim.

“Na ETAR do Entroncamento encontramos um exemplo da ação da AdVT, materializada na produção de água para reutilização (ApR), para utilizações internas e externas compatíveis, e na valorização das lamas resultantes do processo de tratamento das águas residuais, para aplicação em solos agrícolas ou florestais”, indicou a AdVT, em nota informativa.

De modo a “otimizar a gestão de lamas, foi largamente ampliada a capacidade de armazenamento através da instalação deste Parque, no qual serão centralizadas as lamas provenientes desta e de outras ETAR da AdVT”, pode ler-se na mesma nota.

Ali, através de processos de estabilização, processa-se a adequação das lamas de ETAR em biofertilizantes com vista à sua valorização.

“A utilização deste biofertilizante, rico em matéria orgânica e nutrientes, em solos agrícolas ou florestais contribui ainda para a resiliência dos territórios face ao risco/combate à desertificação através da rearborização”, salienta a mesma nota.

Para assinalar a ocasião realizou-se também uma plantação de espécies autóctones com alunos dos 2º e 3º ciclos da Eco-Escola Básica 2/3 Dr. Ruy d’ Andrade, em parceria com a Quercus.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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