Foto: LASO

Durante a manhã desta segunda-feira, 15 de janeiro, a EN 118 entre a Central Termoelétrica do Pego e atravessando a União de Freguesias de Alvega e Concavada, foi palco de uma operação de transporte excecional, liderada pela empresa LASO, que visa transportar um transformador de potência, desmantelado da Central Termoelétrica do Pego, tendo como destino a Central Termoeléctrica de Thisvi, na Grécia.

Em Alvega, na rua principal, a operação foi seguida por olhares curiosos da comunidade perante a grandeza do equipamento transportado e pela complexidade que representou a sua passagem, desde logo pelo transtorno causado ao trânsito, mas também à comunidade pelo estreitamento da via na localidade, em zona residencial, que por si só, no dia-a-dia, exige ao trânsito regular especial atenção e cuidado, nomeadamente com o cruzamento com veículos pesados.

Em nota partilhada pela empresa LASO nas redes sociais, refere que está encarregue da logística deste transporte multimodal, que seguirá até à Grécia, com previsão de chegada a 2 de fevereiro à Central Termoelétrica de Thisvi.

“O carregamento teve lugar no passado fim de semana, tendo como destino final a Central Termoeléctrica de Thisvi, estando neste momento a decorrer a 1ª fase do transporte que consiste em cerca de 280kms até ao Porto de Setúbal com chegada prevista dia 19/1, passando por localidades como Alpalhão, Monforte, Estremoz, Arraiolos, Poceirão entre outras”, refere a empresa, dando conta da passagem desta operação desde o Pego e a União de Freguesias de Alvega e Concavada, direito ao Alto Alentejo.

Em causa está o transporte de um equipamento que pesa 368 toneladas, tem 72 metros de comprimento, 5 metros de largura e 5,5 metros de altura, situação que a empresa assume representar “imensos desafios de modo a ultrapassar todos os obstáculos que nos apresenta o referido trajeto”, indicando utilizar um equipamento modular com Girder Bridge, além de operacionais especializados.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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