Sérgio Pereira venceu a 5ª edição do Trail Abrantes 100 km. Foto: Tral Abrantes

Sérgio Pereira (OCS – Arrábida Trail Team), foi o vencedor da prova dos 100 km, da 5ª edição do Trail Abrantes 100, disputada no sábado, dia 15 de outubro, e que contou com mais de 650 atletas inscritos, oriundos de 5 países. O atleta fez o tempo de 10h30m12s, suplantando João Galo (Sharish Gin/GD Piranhas do Alqueva) e Daniel Simões (Xporfit Trail Running Team).

Em femininos triunfou Vera Bernardo (ARCD Venda da Luísa), com o crono de 11h12m13s (repetindo o triunfo da última edição), à frente da atleta alemã Maja Horstkötter e Maria Ribeiro (Bombeiros Voluntários de Montemor-o-Novo).

Vera Bernardo (ARCD Venda da Luísa),venceu a categoria feminina dos 100 km. Foto: Trail Abrantes

A competição, na sua quinta edição, integrou o Circuito Nacional de Trail da ATRP – Associação de Trail Running de Portugal e teve 650 atletas inscritos, oriundos de Portugal, Alemanha, Roménia, Espanha e Brasil, distribuídos pelas diferentes modalidades de participação: 100km, 50km, Estafeta 4x25km, Estafeta 2x50km e Kids.

A organização pertenceu ao Município de Abrantes, em parceria com o Clube de Orientação e Aventura (COA) e contou com mais de 250 voluntários provenientes de associações e clubes do concelho, além das Juntas de Freguesia, nos mais diversos PAC’s do percurso (Pontos de Abastecimento e Controlo), uma marca de hospitalidade que já é uma referência do evento.

A sexta edição já está agendada para dia 14 de outubro de 2023.

VENCEDORES:

100km

Masculinos: Sérgio Pereira (OCS – Arrábida Trail Team)

Femininos: Vera Bernardo (ARCD Venda da Luisa)

50km

Masculinos: Ricardo Parada (OCS – Arrábida Trail Team)

Femininos: Suse Oliveira (ATR-Algarve Trail Running)

25km

Masculinos: António Almeida (Clube Desportivo de Espite)

Femininos: Vitorina Mourato (ACPortalegre/UTSM)

Geral Duplas: Nuno Paiva/Gonçalo Carita (MP1 Bikes)

Geral Estafetas: Carlos Carvalho/José Ribeiro/Bernardo Prazeres/Octávio Vicente (PRERunners)

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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