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A Câmara de Abrantes aprovou por unanimidade o Plano Municipal para a Igualdade e Não Discriminação, um “instrumento de planeamento e compromisso político com a promoção da igualdade e da qualidade de vida de mulheres e de homens a nível local, que envolve a participação das diversas áreas funcionais da autarquia, assim como entidades locais e a comunidade em geral”.

O Plano Municipal para a Igualdade, para o período 2023-2026, está estruturado em eixos prioritários, definidos num trabalho de diagnóstico à realidade do concelho, que identificou e priorizou as necessidades do município e do seu território, refere a autarquia, em nota de imprensa.

Para os próximos quatro anos os planos de ação assentam na “igualdade entre mulheres e homens, prevenção e combate à violência contra as mulheres e à violência doméstica; e combate à discriminação em razão da orientação sexual, identidade e expressão de género e características sexuais”.

O Município prevê desenvolver um conjunto de iniciativas, entre as quais “ações de formação para pessoal docente e não docente ao nível dos recursos humanos da autarquia em temas como a Igualdade de Género e Não Discriminação, bem como a promoção da igualdade de oportunidades no desporto escolar e a sensibilização da comunidade educativa para a desagregação sexual das profissões”.

Este é o terceiro Plano Municipal para a Igualdade elaborado pelo Município de Abrantes, tratando-se de um documento pensado e planeado à luz da Estratégia Nacional para a Igualdade e Não Discriminação – Portugal + Igual (ENIND) e de acordo com o mote da Agenda 2030 – Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável – “Ninguém pode ficar para trás”.

A Câmara Municipal de Abrantes recorda que “como agente de promoção da igualdade e da não discriminação, tem desenvolvido, ao longo dos últimos anos, mais concretamente desde 2011, um trabalho contínuo, quer externamente, quer internamente, no combate às desigualdades e à discriminação, promovendo um conjunto de boas práticas que têm sido reconhecidas pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG)”.

Joana Rita Santos

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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