Dois cidadãos de Abrantes lançaram uma petição pública “contra a demolição do histórico Mercado diário”, instalado no centro da cidade, apelando a um voto no “não à destruição da alma abrantina” e à edilidade que mude o seu propósito e aposte na requalificação do edifício.
A requalificação do espaço, inserida no Plano de Urbanização de Abrantes (PUA), está na origem desta petição, tendo os autores da mesma lembrado que “há largo tempo que se discute a possibilidade da Câmara Municipal de Abrantes ordenar a demolição do antigo mercado diário, hipótese que tornou-se numa certeza”, desde que foi aprovado o PUA, em setembro, e que “autoriza a Câmara Municipal a proceder desse modo insensível e insensato, destruindo mais um pedaço largo da alma abrantina”.
Perto das 21:00, a petição que reivindica a “requalificação do edifício”, dirigida à Presidente da Câmara, Assembleia Municipal e União de Freguesias de Abrantes, São Vicente, São João e Alferrarede, e assinada por António Cartaxo e António Castelbranco, tinha alcançado 226 assinaturas.
