Esta segunda-feira dia 16 de janeiro, “mais uma vez, o rio Tejo, apresentava uma carga de poluição já característica. Espuma e água amarelada são o condimento de mais uma ou várias descargas a montante do açude insuflável de Abrantes”, denunciou, em comunicado, Armindo Silveira, membro da Assembleia Municipal de Abrantes
“É lamentável que a impunidade continue e eu, Armindo Silveira, membro da Assembleia Municipal de Abrantes, não posso deixar de ficar incomodado com a situação dado que também tenho responsabilidades inerentes ao cargo que ocupo”, refere o dirigente politico.
“Também o facto do Ministério do Ambiente, a perguntas do Bloco de Esquerda (BE), negar que não foram detetados quaisquer focos de poluição com inicio em meados de novembro, quando esta foi documentada por mim e pelo Arlindo Marques, ao longo de uma semana, e com diversas denuncias ao SEPNA de Nisa e ao SOS Ambiente e Território, não indicia bons augúrios pois pode indicar que existe uma tentativa de omitir a realidade descredibilizando cidadãos, associações e partidos políticos que estão no terreno a lutar contra o poderio económico que não olha a meios para atingir os seus fins”, critica, no mesmo documento.
Armindo Silveira refere ainda que “as ocorrências de novembro, por serem das mais graves algumas vezes presenciadas, deram origem a comunicados da associação AZU e das Coordenadores Distritais do BE de Castelo Branco, Portalegre e Santarém mas, em dezembro, e agora já em janeiro do corrente ano, as descargas continuam numa impunidade inaceitável num Estado de Direito”, conclui.
