Oliveira milenar do Mouchão, em Mouriscas, é a árvore mais antiga de Portugal. Foto: mediotejo.net

As votações para eleição da Árvore do Ano 2022, que deveriam estar concluídas a 5 de janeiro, estão suspensas por tempo indeterminado por se ter verificado no site a existência de votos irregularmente gerados, informou a organização.

Referindo “motivos alheios”, a União da Floresta Mediterrânica (UNAC) afirma lamentar uma situação que está a tentar “resolver com a maior brevidade, prolongando posteriormente o período de votações”.

A Oliveira do Mouchão, em Mouriscas (Abrantes), a mais antiga de Portugal com os seus 3.350 anos, volta a estar em votação para ser eleita “Árvore do Ano 2022”. A votação decorreria até ao dia 5 janeiro e cada pessoa só pode votar uma vez e terá de escolher duas das 10 árvores finalistas que estão a votos. Pode votar AQUI. A árvore vencedora seria anunciada no dia 6 de janeiro de 2022.

A Oliveira do Mouchão, situada em Cascalhos, Mouriscas, tem um perímetro base de 11,2 metros, um perímetro à altura do peito de 6,5 metros e uma altura de tronco até às primeiras pernadas de 3,2 metros.

A árvore vencedora a nível nacional é selecionada diretamente para o concurso da Árvore Europeia do Ano, organizado pela União da Floresta Mediterrânica (UNAC). A ideia surgiu no ano de 2011 e foi inspirada no popular concurso checo Árvore do Ano, organizado pela Czech Environmental Partnership Foundation. O concurso europeu é uma final constituída pelos vencedores dos diferentes concursos nacionais.

O Concurso Nacional Árvore de Ano é organizado pela União da Floresta Mediterrânica, organização de Produtores Florestais que representa os interesses dos produtores florestais do espaço mediterrânico português.

As votações online, agora suspensas, decorrem no link: https://portugal.treeoftheyear.eu/

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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