Mariana Marques (SCA) estabelece novo recorde regional no lançamento do peso. Foto: SCA

A atleta juvenil do Sporting Clube de Abrantes (SCA), Mariana Marques, estabeleceu no sábado um novo recorde regional do distrito de Santarém no lançamento do peso feminino.  A atleta lançou o engenho de 3kg a 12 metros e 38 centímetros (12.38), melhorando em um centímetro o recorde regional que já lhe pertencia.

Mariana Marques, de 15 anos, ainda de idade juvenil, tinha os mínimos para competir este fim de semana no Campeonato Nacional sub-18, evento desportivo disputado em Braga, tendo a jovem atleta acabado por conquistar o 3º lugar no Campeonato Nacional sub-18 em pista coberta.

Mariana Marques do Sporting Clube de Abrantes, já havia estabelecido em dezembro um novo recorde regional de juvenis no lançamento do peso, em pista coberta, com 12.37, marca que agora volta a suplantar.

Apenas com 15 anos, a atleta juvenil do Sporting de Abrantes destacou-se no campeonato nacional de juniores onde obteve um 3º lugar. Foto: SCA

Em declarações ao mediotejo.net, Susana Estriga, a treinadora da jovem atleta, disse que a Mariana “tem treinado nos últimos meses com algumas limitações físicas. Situação que tem condicionado bastante a sua preparação e evolução na disciplina. A sua performance, ontem acabou por ficar um pouco abaixo do que esperávamos. Ela fez um bom aquecimento, mas no momento da competição os nervos e a responsabilidade não a ajudaram”.

“Pretendíamos ultrapassar a barreira dos 13 metros mas os nervos não ajudaram, sendo que a Mariana tem de aprender a lidar melhor com os momentos de pressão competitiva. Depois disso, conseguindo aprender a lidar com a pressão, melhores prestações e resultados irão surgir, se continuar a trabalhar e a empenhar-se como tem feito”, disse Susana Estriga, tendo feito notar que a Mariana alcançou a marca de 12,91 com 13 anos.

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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