Abrantes leva Museu de Arqueologia (MIAA) e mostra potencial turístico concelhio na BTL. Foto: CMA

As diversas potencialidades turísticas do concelho de Abrantes e o MIAA – Museu Ibérico de Arqueologia e Arte, vão ser dados a conhecer durante a BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa que se realiza de até domingo, dia 5 de março, na FIL, no Parque das Nações, em Lisboa.

O Centro de Portugal é o destino nacional convidado da edição deste ano da BTL e onde Abrantes se fará representar. Ao longo de cinco dias, no stand do Turismo Centro de Portugal (localizado no Pavilhão 1), através da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, Abrantes dará a conhecer aos visitantes as suas potencialidades turísticas e o MIAA, museu inaugurado há pouco mais de um ano.

O Município de Abrantes irá fazer uma apresentação do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte na sexta-feira, dia 3 de março, às 11h20, em sessão que contará com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos, e no dia sábado, dia 4, o MIAA entra na BTL dando a oportunidade aos visitantes de conhecerem ao vivo algumas das obras de arte que o equipamento alberga.

Ainda na sexta-feira, dia 3 de março, pelas 12h10, Abrantes apresenta o projeto intermunicipal “Caminhos Literários”, que envolve também os concelhos de Constância e Sardoal, e que explora os territórios ligados a António Botto, Camões e Gil Vicente, contando com o escritor José Luís Peixoto como principal impulsionador de uma obra de ficção literária que pretende criar um roteiro original, criando um produto turístico-cultural em que a literatura é a alavanca para a descoberta de um novo destino.

Na BTL, Abrantes estará ainda presente, na manhã de quinta-feira, 2 de março, no stand da Associação de Municípios da Rota da Estrada Nacional 2 (localizado no Pavilhão 2) para promover o território que é também atravessado pela Rota da EN2 e onde irá atribuir aos 100 primeiros visitantes bilhetes que dão acesso gratuito à Rede de Museus de Abrantes (MIAA, Panteão dos Almeida e MDF), válidos até junho.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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