Foto: Em cima, da esquerda para a direita: Paulo Ralha, Paulo Silva e Miguel Victor. Em Baixo, da esquerda para a direita: João Neves, Sara Santos, Vera Cardoso, José Gomes, P. Nuno Folgado e Pedro Rodrigues. Foto: CNE

O dirigente José Gomes é o novo Chefe da Junta Regional da Região de Portalegre – Castelo Branco do Corpo Nacional de Escutas (CNE), tendo o elenco diretivo tomado posse em Abrantes a 31 de julho. Chefes de Agrupamentos de Mouriscas, Tramagal e Abrantes integram a equipa para o mandato 2020-2023 sob o lema “Juntos Somos Mais Fortes”.

A cerimónia de tomada de posse da Junta Regional e do Conselho Fiscal e Jurisdicional da Região de Portalegre – Castelo Branco do Corpo Nacional de Escutas (CNE) decorreu na Igreja de S. Vicente, em Abrantes, tendo marcado presença o Bispo da Diocese de Portalegre – Castelo Branco, D. Antonino Dias, o vereador Luís Filipe Dias, da Câmara Municipal de Abrantes, o Chefe Nacional do CNE, Ivo Faria, além de representantes de vários Agrupamentos da Região.

A Junta Regional é composta pelo Chefe José Gomes (de Portalegre), eleito como Chefe Regional, Chefe Paulo Silva (de Abrantes) como Chefe Regional Adjunto, Chefe Pedro Rodrigues (de Tramagal) como Secretário Regional de Adultos, Chefe Vera Cardoso (de Proença-a-Nova) como Secretária Regional Pedagógica, Chefe Miguel Victor (de Castelo Branco) como Secretário Regional para o Ambiente e Proteção Civil e Chefe Paulo Ralha (de Cebolais de Cima) como Secretário Regional de Imagem e Comunicação.

Faz também parte desta equipa o Assistente Regional, Padre Nuno Folgado, de Castelo Branco.

O Conselho Fiscal e Jurisdicional da Região de Portalegre – Castelo Branco é composto pelo Chefe João Neves (de Castelo Branco), eleito como Presidente, a Chefe Ana Raquel Valente (de Mouriscas), como Vice-Presidente, e a Chefe Sara Santos (de Cebolais de Cima), como Secretária.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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