Trail de 100 km de Abrantes regressa este sábado e conta com 650 atletas inscritos. Foto arquivo: Alexandra Simão

Gonçalo Carita (AC Portalegre / UTSM), foi o vencedor da prova dos 100 km, do Trail Abrantes 100, disputado este sábado, dia 19 de outubro. O atleta fez o tempo de 10h12m46s, suplantando Rufino Paiva (Outdoor Clube de Setúbal – Strendure Running Team) e Luiz Mota (Casa do Benfica em Abrantes), este último vencedor em 2016 e suplantou os 730 atletas participantes oriundos de 10 diferentes países.

Em femininos triunfou Vera Bernardo (ARCD Venda da Luisa), com o crono de 12h33m57s (estabelecendo o melhor tempo da prova), à frente de Isabel Moleiro (SS CGD) e Cláudia Guerreiro (ATR – Algarve Trail Running).

A competição, na sua quarta edição, integrou o Circuito Nacional de Trail da ATRP – Associação de Trail Running de Portugal e teve 730 atletas inscritos, provenientes de 10 países: Brasil, Espanha, França, Grã-Bretanha, Hungria, Moçambique, República Checa, Roménia, Ucrânia e Portugal.

A competição disputou-se na zona norte do concelho de Abrantes e contou com 300 voluntários provenientes de associações e clubes do concelho, além das Juntas de Freguesia, nos mais diversos PAC’s do percurso (Pontos de Abastecimento e Controlo), uma marca de hospitalidade que já é uma referência do evento.

A organização pertenceu ao Município de Abrantes, em parceria com o Clube de Orientação e Aventura (COA).

A quinta edição já está agendada para dia 17 de outubro de 2020.

Foto: Trail Abrantes 100

VENCEDORES:

100km

Masculinos: Gonçalo Carita (AC Portalegre / UTSM)

Femininos: Vera Bernardo (ARCD Venda da Luisa)

50km

Masculinos: Diogo Pinheiro

Femininos: Lina Marques (CLAC Entroncamento/OndaTrilhos)

25km

Masculinos: José Rosário (Porto de Mós a Correr)

Susana Echeverría (Coimbra Trail Running)

Geral Duplas – 1ª AMCF – Arrábida Trail Team

Geral Estafetas – 1ª União FCI de Tomar SM

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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