Escuteiros de Rossio ao Sul do Tejo juntaram Caminheiros de todo o país no início de março. Foto: DR

Como acontece desde 2009, o Clã do Agrupamento 697 do CNE de Rossio ao Sul do Tejo acolheu dezenas de Caminheiros de todo o país no fim de semana de 28 de fevereiro a 1 de março para a edição 2020 do BAÚ, uma atividade Típica de Caminheiros e que o Agrupamento rossiense promove na zona de Abrantes em ambiente rural.

Com idades entre os 17 e os 22 anos, os 46 Caminheiros, participantes de 23 Agrupamentos/Grupos do CNE e AEP, com origens tão distintas como Macedo de Cavaleiros ou Vila Nova de Santo André, chegaram ao Sardoal na primeira noite (sexta-feira) onde foram recebidos junto do Centro Cultural Gil Vicente, seguindo depois de mochila às costas para o Quartel dos Bombeiros, onde pernoitaram.

No sábado seguiram por tribos, percorrendo os trilhos junto da ribeira das Sentieiras em direção ao Cristo Rei do Centro de Portugal, na fronteira entre Abrantes e Sardoal. O jantar partilhado com o que cada um trouxe da sua região decorreu no salão cedido pela Junta de Freguesia de Santiago de Montalegre, onde pernoitaram.

O domingo foi preenchido com ateliers de habilidades manuais onde cada um aprendeu e praticou de forma a confecionar os tesouros que levou no seu BAÚ.  Em 2021 no 1º fim de semana depois do Carnaval há um  novo BAÚ.

As atividades escutistas estão suspensas em todo o país desde o dia 13 de março e até dia 9 de abril, dia que em que será reavaliada a situação de propagação do novo coronavírus em Portugal, estando os escuteiros a ser desafiados para desenvolverem atividades online.

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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